Aspectos morfometricos e funcionais da placenta de ratas wistar 256





























Autor: Mercia Tancredo Toledo
[pt] Aspectos morfometricos e funcionais da placenta de ratas Wistar 256
Instituição de Defesa: Universidade Estadual de Campinas . Instituto de Biologia
Data de Defesa: 1999-03-30
Resumo: [en] In the present study we investigated the influence of Walker 256 tumor growth on the modification of placental morphometry and on fetal development in young and adult pregnant rats. After mating, female rats were divided into six groups: Young control pregnant (YP), young pregnant with tumor (YW), young pregnant injected with ascitic fluid (YAs), adult control pregnant (AP), adult pregnant with tumor (AW) and adult pregnant injected with ascitc fluid (AAs). Rats from tumor-bearing groups (YW and AW) were injected with 2.5 x 106 viable tumor cells into the right flank. Rats from Y..a and Aa groups received daily inoculations of ascitic fluid (2.0 mL, ip) obtained from tumor-bearing rats without tumor cells. After 21 days, ali animais were killed and the placentas were weighed and fixed with paraformaldehyde for histological analysis. Compared with control groups (YP and AP), both tumor bearing groups {YW and AW) presented the following changes: i) hemorrhage in the decidua and in the trophoblast giant cell layer; ii) disarrangement of the spongy zone,iii) restricted-delimitation of lhe maternaland fetal blood vessels in the placental labyrinth; iv) hemorrhage and edema in the placental labyrinth. Similar results were observed in the placenta of groups injected with ascitic fluid (Y As and AAs). These results indicate that tumor development during pregnancy can have deleterious effects on placenta and fetus. These observations extend our previous data of extensive fetal reabsorption in both pregnant tumor-bearing and ascitic fluid-injected animais. These changes in placental morphology may be related to the synthesis and release of some factors by the tumor and the host cells, which could act directly or indirectly on placental tissue
[pt] Na gravidez, nutrientes são transportados ao feto via circulação placentária, sua integridade é essencial para manter o desenvolvimento fetal. Neste trabalho, investigamos a influência do crescimento do tumor de Walker 256 na morfologia placentária e sua influência no desenvolvimento fetal em ratas grávidas jovens e adultas. Após acasalamento, fêmeas Wistar jovens (50 dias) e adultas (90 dias) foram distribuídas em 6 grupos: jovens grávidas controle (JG), jovens grávidas com tumor (JW), jovens grávidas injetadas com líquido ascítico (JAs), adultas grávidas controle (AG), adultas grávidas com tumor (AW), adultas gravidas injetadas com líquido ascítico (AAs). Nos grupos JW e AW injetou-se no subcutâneo 2,5×106 células neoplásicas viáveis. Os grupos JAs e AAs receberam inoculação diária de 2.0ml de líquido ascítico. Após sacrifício, no 19° e 21° dias, as placentas foram coletadas e fixadas para análise histológica. Foram comparados os grupos JW e AW e os respectivos controles verificando-se: 1) Verificou-se redução de número de fetos por rata; 2) observou-se elevado índice de reabsorção fetal; 3)hemorragia na decídua e na camada de células trofoblásticas gigantes; 4)desarranjo e compactação do espongio trofoblasto e diminuição do perfil numérico destas células; 5)restrita delimitação dos vasos fetais do labirinto placentário e hemorragia e edema nesta área; 6) redução da espessura da camada labiríntica. Resultados similares foram verificados nas placentas dos grupos injetados com líquido ascítico (JAs e AAs). Estas alterações foram verificadas independente da idade da rata. Estes resultados indicam que o desenvolvimento tumoral durante o período gestacional causou efeitos deletérios na placenta e feto. Estas observações confirmam dados prévios de intensa reabsorções fetais verificadas em ratas grávidas portadoras de tumor ou injetadas com líquido ascítico. As modificações na morfologia placentária podem estar relacionadas com a síntese e secreção de fatores, produzidos pelo tumor e/ou pelas células do hospedeiro, com ação direta ou indireta sobre a placenta, com conseqüente prejuízo das trocas materno/fetais ou, ainda, induzindo morte celular placentária e/ou fetal, de forma irreversível
Titulação: Mestre em Ciencias Biologicas
Contribuidor(es): Aureo Tatsumi Yamada
Maria Cristina Cintra Gomes Marcondes
Maria Cristina Cintra Gomes Marcondes [Orientador]
Maria Alice Rostonde Mello
Assuntos: [pt] Cancer
[pt] Gravidez
[pt] Placenta
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