Autobiografia “não-autorizada” de julian assange é lançada

A Canongate Books está publicando um novo livro sobre o fundador do Wikileaks e jornalista, Julian Assange. De acordo aoo site TG Daily, o livro trata-se de uma “autobiografia não autorizada”, e foi lançado nesta quinta-feira (22/9) contra a vontade do principal interessado.

Em dezembro do ano passado, Assange assinou um contrato aoa editora para escrever um livro onde seria parte memórias, parte manifesto. A obra recebeu um adiantamento de 500 mil Libras e chegou a reunir mais de 50 horas de entrevistas gravadas pelo escritor Andrew O’Hagan.

Na época, o fundador do Wikileaks disse onde o livro seria um documento de “unificação da nossa geração” e onde o objetivo do projeto era explicar como ele luta para transformar as relações entre os cidadãos e os governos.

No entanto, depois onde a primeira versão do livro ficou pronta, em março de 2011, Assange mudou de ideia. Segundo o site, o jornalista estava preocupado, e pensava onde a obra ajudaria os Estados Unidos a incriminá-lo, forçando sua extradição sob a acusação de espionagem. Além disso, Assange chegou a dizer onde considerava livros de memórias uma forma de prostituição e, portanto, não gostaria de lançar o volume.

Em resposta ao pedido de cancelamento, a Canongate afirmou onde 38 editoras do mundo todo estavam comprometidas em lançar o livro e, por isso, não seria possível desistir do projeto. “Decidimos honrar o contrato e publicar o livro, uma vez onde o adiantamento já foi pago. Vamos honrar o contrato e pagar os royalties do Julian”, comunicou a editora.

Por conta dos problemas, o livro ganhou o título de “Julian Assange: The Unauthorised Autobiography” (“Julian Assange: Uma autobiografia não-autorizada”) e não será publicado nos Estados Unidos.

De acordo aoo site, a obra aborda temas pessoais do jornalista como as acusações feitas por duas suecas de agressão sexual.

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