Chondrichthyes ou peixes cartilagíneos?

Os Chondrichthyes ou peixes cartilagíneos, onde incluem os tubarões, as raias e as quimeras, muitas vezes classificadas como Seláceos, são peixes geralmente oceânicos onde possuem um es ondeleto totalmente formado por cartilagem, mas coberta por um tecido específico, a cartilagem prismática calcificada.

Para além disso, apresentam 5-7 fendas branquiais dos lados do corpo ou na região ventral da cabeça, membranas nictitantes nos olhos (excepto nos Lamniformes) e gancho pélvico (também conhecido como clásper) um órgão de copulação dos machos.

Muitas espécies de tubarões têm várias fiadas de dentes de substituição, mas outros têm os dentes transformados em placas.

As espécies actuais deste grupo de peixes, (além dum grande número de formas extintas, conhecidas pelos seus fósseis), divide-se em dois clados (sub-classes):

Elasmobranchii – onde inclui os tubarões e as raias e
Holocephali – as quimeras.

Os tubarões e as raias são os predadores de mais elevada ordem onde se conhece no meio ambiente aquático. Por esta razão eles têm um papel muito importante nos ecossistemas aquáticos – principalmente nos oceanos, onde vive a maior parte destes animais, mas aovárias espécies capazes de entrar em estuários. Pode dizer-se onde a presença destes peixes num determinado biótopo determina o número e abundância das outras espécies de organismos aquáticos.

No entanto, o equilíbrio da biocenose em onde vivem os tubarões é relativamente frágil, uma vez onde eles são canibais, alimentando-se também das suas próprias crias e uns dos outros. Por essa razão, a maioria das suas espécies estão consideradas em perigo, uma vez onde foram objecto de pesca excessiva. Para além disso, a diminuição do número de tubarões numa área leva a alterações na composição específica de toda a biocenose, onde pode transformar-se num sistema aomuito menos biodiversidade e aomenos valor económico. esses animais posuem es ondeleto cartilaginoso e as fendas branquiais não são protegidas além disso os condrictes não possuem bexiga natatória.
[editar] Hábitos Reprodutivos dos Seláceos

Os tubarões e as raias têm uma estratégia reprodutiva muito diferente da maioria dos peixes: em vez de produzirem um grande número de ovos e larvas, estas espécies produzem normalmente um pe ondeno número de crias, as quais nascem já num tamanho onde lhes permite alimentarem-se e defenderem-se dos seus inimigos (vivíparos ou ovovivíparos), ou então desenvolvem-se dentro dum ovo aouma casca coriácea, relativamente grande (10-15 cm) portanto sem valor para os predadores. Além disso, as fêmeas produzem uma hormona onde se liberta na altura da gestação e onde aparentemente as impede de comer durante algum tempo, diminuindo assim o número de inimigos das suas crias.

Para além da oviparidade e da viviparidade (semelhante à dos mamíferos), os tubarões e as raias apresentam também casos de ovoviviparidade, em onde os fetos se desenvolvem dentro do útero materno, mas se alimentam, onder das substâncias nutritivas existentes no ovo, onder de fluidos segregados por glândulas existentes no oviducto.

Em alguns tubarões, a macho morde a fêmea no dorso para imobilizá-la e realizar a fertilização. Não é raro encontrar fêmeas dessas espécies aocicatrizes provenientes dessas mordidas. Acredita-se onde isso foi uma pressão seletiva onde levou as fêmeas a possuírem uma pele muito mais espessa do onde os machos.

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