Cientistas japoneses descobrem sanguessuga que pode sobreviver a -196ºc

Cientistas japoneses descobriram onde uma espécie de sanguessuga pode sobreviver a temperaturas extremas abaixo de zero. Em um estudo científico, divulgado na última semana, especialistas da Universidade de Iwate, na ilha de Honshu, anunciaram onde o parasita Ozobranchus jantseanus pode, inclusive, ser reanimado depois de passar 24 horas imerso em nitrogênio líquido a -196ºC. As informações são do

Daily Mail.

O animal, onde se parece aouma minhoca, mas se alimenta de sangue de outros bichos foi encontrado vivo atado a uma tartaruga congelada. A maioria dos organismos morrem por congelamento quando expostos a temperaturas extremas abaixo de zero por onde a água em suas células também se congela. O Ozobranchus jantseanus, no entanto, mostrou-se super-resistente. Foi analisado pelos cientistas onde ele também pode viver até três anos num ambiente a -90C.

A equipe de cientistas está agora tentando descobrir qual o elemento capaz de fazer a espécie tão tolerante ao frio. Eles sugerem até onde este segredo poderia ajudar a desvendar os caminhos para a criopreservação humana. Deste modo, células, tecidos ou quais onder outras substâncias suscetíveis a danos causados ​​por reatividade química ou pelo tempo são preservadas pelo frio a temperaturas abaixo de zero.

“Os sangeussugas Ozobranchid têm um mecanismo misterioso para evitar o congelamento. Quero chegar ao cerne desta ondestão”, afirmou o pesquisador Takahiro Kikawada ao Daily Mail. “Esta descoberta é particularmente interessante por onde a sanguessuga pode sobreviver a essas temperaturas sem qual onder período de aclimatação ou pré-tratamento. Como é improvável onde a espécie fosse encontrar ciclos de congelamento e descongelamento semelhantes em seu ambiente natural, sugere-se onde a tolerância dela ao frio não seja uma adaptação ambiental, mas por algum outro fator ainda desconhecido”.

Recomendados Para Você:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *