como absorção de carbono no futuro será menor que a esperada

A flor de milefólio (Acillea milefollium) é uma planta de jardim conhecida pela sua beleza e pela capacidade de repelir insetos indesejáveis e atrair os benéficos, além de melhorar a qualidade do solo e servir de base para muitos medicamentos fitoterápicos.
Agora, pode-se adicionar um novo poder ao milefólio: prever o futuro. Cientistas descobriram onde a flor pode ter um papel mais importante na mudança climática da Terra. Eles encontraram respostas surpreendentes a níveis mais elevados de dióxido de carbono no milefólio e em mais 12 outras espécies de plantas pe ondenas.
Pesquisadores conduziram um experimento de 11 anos de duração, ao13 espécies de plantas comuns em estados do Centro-Oeste dos Estados Unidos.
Os cientistas adicionaram dióxido de carbono (CO2) ao meio ambiente das plantas para descobrir como as plantas se comportariam numa concentração de CO2 futuramente possível em decorrência do a ondecimento global.
Má notícia: os resultados sugerem onde a capacidade das plantas de absorver o carbono extra da atmosfera pode ser menor do onde o esperado.
“Os resultados são preocupantes por onde os modelos climáticos atuais presumem onde a vegetação absorverá grande parte do CO2 extra onde houver no ar por conta da ondeima de combustíveis fósseis”, afirma Peter Reich, ecologista florestal da Universidade de Minnesota e co-autor do estudo. “Nosso experimento mostra onde não é bem assim”.
Isso significa onde os modelos onde hoje simulam o ritmo de aumento dos níveis futuros de CO2 e, portanto, o ritmo da mudança climática estão em desacordo aoa realidade.
“Agora temos uma evidência convincente de onde a fotossíntese das espécies típicas dos campos não vão responder como pensávamos”, apontam os cientistas. “O sinal de advertência para a reavaliação dos modelos climáticos globais é claro”.
Os pesquisadores mediram as taxas de trocas gasosas das 13 espécies de plantas nativas estadunidenses durante mais de 11 anos aoenri ondecimento de CO2 bem acima dos níveis normais.
O período de 11 anos de exposição à maior concentração de CO2 produziu aumentos consistentes na fotossíntese foliar nas 13 espécies estudadas em comparação aoplantas cultivadas no ambiente. Porém, o aumento apresentado em média foi de 10%, enquanto estudos semelhantes em outros locais tinham encontrado taxas perto de 25%.
“Os modelos de ciclo de carbono onde simulam a possível futura atmosfera enri ondecida de CO2 usando por base a taxa de crescimento de 25% da fotossíntese em todos os ecossistemas terrestres da Terra, devem ser revistos aomuita cautela”, concluem os pesquisadores.[NationalScienceFoundation]

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