Como é denominada o presbiterianismo?

Presbiterianismo



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Calvinismo
João Calvino
Bases históricas:

Cristianismo
Agostinho de Hipona
Reforma

Marcos:

A Institutio Christianæ Religionis de Calvino
Os Cinco Solas
Cinco Pontos (TULIP)
Princípio regulador
Confissões de fé

Influências:

Teodoro de Beza
Sínodo de Dort
Teologia puritana
Karl Barth

Igrejas:

Reformadas
Presbiterianas
Congregacionais



O Presbiterianismo faz parte da família das igrejas reformadas dentro das denominações do Protestantismo Cristão e é baseado nos ensinamentos de João Calvino, tais como eles foram institucionalizados na Escócia por John Knox. Há muitas entidades autônomas em países por todo o mundo que subscrevem igualmente o presbiterianismo. Para além de distinções traçadas entre fronteiras nacionais, os presbiterianos também se dividiram por razões doutrinais, em especial no seguimento do Iluminismo.
Apesar da Igreja Presbiteriana ser oriunda da Reforma Protestante do Séc. XVI, ela mantém o carácter católico da Igreja (traduzida literalmente e especificamente só como “Igreja Universal”), como declarado no Credo Niceno-Constantinopolitano, ainda que não submissa à autoridade do Bispo de Roma.


É uma denominação cristã séria, comprometida como valores éticos e morais. Sua actuação no contexto social brasileiro, por exemplo, é marcante, através de instituições de ensino desde o infantil até o superior, que têm alcançado excelência e reconhecimento internacional, como por exemplo, Universidade Presbiteriana Mackenzie, Instituto Presbiteriano Gammnon, entre outras.









Índice

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[editar] História do Presbiterianismo


O nome destas denominações deriva da palavra grega presbyteros, que significa literalmente “ancião”. O governo presbiteriano é comum nas igrejas protestantes que foram modeladas segundo a Reforma Protestante na Suíça.


Na Inglaterra, Escócia e Irlanda, as igrejas reformadas que adoptaram uma forma de governo presbiteriano em vez de episcopal ficaram conhecidas como a Igreja Presbiteriana.


Na Escócia, John Knox (1505-1572), que tinha estudado com João Calvino em Genebra, regressou à Escócia e levou o Parlamento da Escócia a abraçar a Reforma Protestante em 1560. A primeira Igreja Presbiteriana, a Church of Scotland (ou Kirk), foi fundada como resultado. Na Inglaterra, o presbiterianismo foi estabelecido secretamente em 1572, nos finais do reinado da raínha Elizabeth I de Inglaterra. Em 1647, por efeito de uma lei do Long Parliament sob o controle dos Puritanos, o presbiterianismo foi estabelecido para a Igreja Anglicana (Church of England). O restabelecimento da monarquia em 1660 trouxe também o restabelecimento da forma de governo episcopal na Inglaterra (e, por um período curto, na Escócia); mas a Igreja Presbiteriana continuou a ser considerada não-conforme, fora da igreja estabelecida.


Na Irlanda, o presbiterianismo foi estabelecido por imigrantes escoceses e missionários ao Ulster. O presbítero de Ulster foi formado separadamente da igreja estabelecida, em 1642. Todos os três, ramos muito diversos do presbiterianismo, bem como igrejas independentes e algumas denominações Holandesas, Alemãs e Francesas, foram combinadas nos EUA para formar aquilo que se tornou conhecido como a Presbyterian Church USA (1705). A igreja presbiteriana na Inglaterra e País de Gales é a United Reformed Church, enquanto que esta tradição também influenciou a Igreja Metodista, fundada em 1736.


Os Presbiterianos destacam-se pelo incentivo à educação, entre as inúmeras instituições presbiterianas espalhadas pelo mundo destacam-se a Yale University e o Instituto Mackenzie.



[editar] O governo presbiteriano


O governo presbiteriano é uma forma de organização da Igreja que se caracteriza pelo governo de um Presbitério, ou seja: uma assembléia de presbíteros, ou anciãos. Esta forma de governo foi desenvolvida como rejeição ao domínio por hierarquias de bispos individuais (forma de governo episcopal). Esta teoria de governo está fortemente associada com os movimentos da Reforma Protestante na Suíça e na Escócia (calvinistas), com as igrejas reformadas e mais particularmente com a Igreja Presbiteriana.


O Presbiterianismo assenta em pressupostos específicos sobre a forma de governo desejada pelo Novo Testamento:


Um bispo é o cargo mais elevado da Igreja (não há patriarca ou Papa acima dos bispos) Bispo, ancião ou presbítero são termos sinónimos. Bispo descreve a função do ancião (literalmente, inspector) e não a maturidade do oficial.


A função do ministério da palavra de Deus e a administração dos sacramentos é ordinariamente atribuida ao pastor em cada congregação (igreja) local. As congregações são núcleos dependentes da igreja local.


A administração da ordenação e legislação está a cargo das assembléias de presbíteros, entre os quais os ministros e outros anciãos são participantes de igual importância. Estas assembléias são chamadas concílios.


Todas as pessoas são sacerdócio, preocupado com a sua própria salvação, em nome dos quais os anciãos são chamados a servir pelo assentimento da congregação (sacerdócio de todos os crentes).


Desta forma, o papel governamental dos presbíteros é limitado à tomada de decisões quando há uma reunião, sendo de resto a função dos pastores o serviço da congregação, orar por eles e encorajá-los na sua fé. Esta forma de governo permite a flexibilidade na tomada de decisão, em contraste com o que acontece nas Igrejas em que bispos detêm um poder concentrado.


Os concílios presbiterianos crescem em gradação hierárquica. Cada Igreja local tem o seu concílio, chamado de sessão ou conselho. As Igrejas de uma determinada região compõem um concílio maior chamado presbitério. Os presbitérios, por sua vez, compõem um sínodo. O concílio maior numa Igreja presbiteriana é a assembléia geral ou supremo concílio.



[editar] Presbiterianos famosos



Brasileiros (e/ ou fixados no Brasil)



Outras nacionalidades



[editar] Denominações presbiterianas



[editar] Chile




[editar] Escócia




[editar] Brasil




[editar] Portugal




[editar] Ver também




[editar] Ligações externas






















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