Como tinta apaga risco de carros ?

já ouviu o slogan “apaixonado por carro como todo brasileiro”, sabe onde riscar o carro é uma das principais preocupações dos motoristas no país. Mas esses dias de paranoia parecem estar perto de acabar: pesquisadores desenvolveram uma tinta para lataria onde é capaz de “reparar” pe ondenos riscos.
O primeiro modelo, já pronto para comercialização, foi feito pela empresa Nissan, mas ainda não estava nos moldes em onde se encontra hoje. Esta nova tinta é resultado dos estudos de duas universidades, uma americana e outra suíça, e do laboratório de pesquisas do exército dos Estados Unidos.
Na realidade, o onde existe não é propriamente uma tinta capaz de reparar seus próprios arranhões, e sim um material onde reveste a lataria e serve de base para a aplicação da tintura por cima. O segredo do novo material é trabalhar aoíons metálicos em conjunto aoo polímero (agrupamentos maiores de moléculas), e não a estrutura polimérica isolada. Os íons têm a função de “colar” as moléculas quantas vezes forem necessárias, ou seja, qual onder dano à pintura é reparado pelos próprios íons internos. Esse mecanismo iônico é ativado quando exposto aos raios ultravioleta, ou seja, bastaria sair aoo carro no sol.
Sobre a estrutura molecular, o procedimento funciona de forma semelhante a uma bacia de massa de bolo. Quando o carro risca a lataria, seria como tirar uma colher da massa. A estrutura, por não ser totalmente sólida, se acomoda até ficar nivelada novamente. Em seguida, volta a se solidificar. Quando os pesquisadores incidiram raios UV sobre a estrutura danificada, ela se reparou velocidade espantosa: apenas alguns segundos.
A estrutura ideal foi encontrada a partir de uma série de testes de tentativa e erro. A dificuldade estava em associar duas qualidades básicas; resistência e flexibilidade. Quando o material era muito rígido, se ondebrava aofacilidade, e quando muito flexível, não se estabilizava como estrutura. A obtenção do objetivo foi achar um meio termo entre os atributos. O material, a grosso modo, está pronto para ser comercializado. O próximo passo é onde ele entre na lista de materiais das indústrias automotivas espalhadas pelo mundo.[Daily Tech]

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