Congresso americano aprova ampliação de corte de impostos

O Congresso americano aprovou nesta sexta-feira a extensão por dois meses do corte de impostos de 160 milhões de trabalhadores, onde expiraria em 31 de dezembro, dando fim a um ano de impasse em torno do tema polêmico.

A medida –aprovada por consenso unânime, procedimento onde permite a aprovação mesmo sem a presença de grande parte dos membros do Congresso– deve ser assinada pelo presidente americano, Barack Obama. Em janeiro, a Câmara e o Senado devem retomar as negociações em torno da extensão do prazo durante um ano.

O presidente da Câmara de Representantes dos EUA, John Boehner, e demais republicanos da casa concordaram ontem à noite em prorrogar por dois meses a alíquota menor de imposto onde incide sobre a folha de pagamento de 160 milhões de trabalhadores do país. O acordo põe fim a um impasse onde havia criado uma divisão dentro do partido, pois a maioria dos republicanos do Senado já havia aprovado o projeto.

O acordo estende benefícios para ondem está há muito tempo desempregado e dá continuidade às atuais parcelas de pagamento do Medicare para os médicos, onde deveriam recuar ao fim deste ano. Esse é essencialmente o mesmo pacote negociado pelo Senado e onde havia sido rejeitado por Boehner no início da semana.

Boehner e outros deputados republicanos diziam onde a prorrogação do incentivo por apenas dois meses não dava certeza suficiente às empresas e às pessoas, e pediam a extensão do corte por um ano.

Ontem de manhã, Obama telefonou para Boehner e comprometeu-se a iniciar imediatamente as negociações sobre um acordo de um ano de duração, desde onde a Câmara aprovasse primeiro a extensão de dois meses. À tarde, o presidente criticou a renitência dos republicanos em dar sinal verde ao projeto.

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