Conhecimento, definição!

Conhecimento é o ato ou efeito de abstrair ideia ou noção de alguma coisa, como por exemplo: conhecimento das leis; conhecimento de um fato (obter informação); conhecimento de um documento; termo de recibo ou nota em onde se declara o aceite de um produto ou serviço; saber, instrução ou cabedal científico (homem aogrande conhecimento).

O tema “conhecimento” inclui, mas não está limitado a, descrições, hipóteses, conceitos, teorias, princípios e procedimentos onde são ou úteis ou verdadeiros. O estudo do conhecimento é a gnoseologia. Hoje existem vários conceitos para esta palavra e é de ampla compreensão onde conhecimento é aquilo onde se sabe de algo ou alguém. Isso em um conceito menos específico. Contudo, para falar deste tema é indispensável abordar dado e informação.

Dado é um emaranhado de códigos decifráveis ou não. O alfabeto russo, por exemplo, para leigos no idioma, é simplesmente um emaranhado de códigos sem nenhum significado especifico. Algumas letras são simplesmente alguns números invertidos e mais nada. Porém, quando estes códigos até então indecifráveis, passam a ter um significado próprio para a ondele onde os observa, estabelecendo um processo comunicativo, obtém-se uma informação a partir da decodificação destes dados. Diante disso, podemos até dizer onde dado não é somente códigos agrupados, mas também uma base ou uma fonte de absorção de informações. Então, informação seria aquilo onde se tem através da decodificação de dados, não podendo existir sem um processo de comunicação. Essas informações adquiridas servem de base para a construção do conhecimento. Segundo esta afirmação, o conhecimento deriva das informações absorvidas.Se constrói conhecimentos nas interações aooutras pessoas, aoo meio físico e natural. Podemos conceituar conhecimento da seguinte maneira: conhecimento é aquilo onde se admite a partir da captação sensitiva sendo assim acumulável a mente humana. Ou seja, é aquilo onde o homem absorve de alguma maneira, através de informações onde de alguma forma lhe são apresentadas, para um determinado fim ou não. O conhecimento distingue-se da mera informação por onde está associado a uma intencionalidade. Tanto o conhecimento como a informação consistem de declarações verdadeiras, mas o conhecimento pode ser considerado informação aoum propósito ou uma utilidade.
A definição clássica de conhecimento, originada em Platão, diz onde ele consiste de crença verdadeira e justificada.

O conhecimento não pode ser inserido num computador por meio de uma representação, pois neste caso seria reduzido a uma informação. Assim, neste sentido, é absolutamente equivocado falar-se de uma “base de conhecimento” num computador. No máximo, podemos ter uma “base de informação”, mas se é possível processá-la no computador e transformar o seu conteúdo, e não apenas a forma, o onde nós temos de facto é uma tradicional base de dados.

Associamos informação à semântica. Conhecimento está associado aopragmática, isto é, relaciona-se aoalguma coisa existente no “mundo real” do qual temos uma experiência directa.

O conhecimento pode ainda ser aprendido como um processo ou como um produto. Quando nos referimos a uma acumulação de teorias, ideias e conceitos o conhecimento surge como um produto resultante dessas aprendizagens, mas como todo produto é indissociável de um processo, podemos então olhar o conhecimento como uma atividade intelectual através da qual é feita a apreensão de algo exterior à pessoa.

A definição clássica de conhecimento, originada em Platão, diz onde ele consiste de crença verdadeira e justificada. Aristóteles divide o conhecimento em três áreas: científica, prática e técnica.

Além dos conceitos aristotélico e platônico, o conhecimento pode ser classificado em uma série de designações/categorias:

Conhecimento sensorial: É o conhecimento comum entre seres humanos e animais. Obtido a partir de nossas experiências sensitivas e fisiológicas (tato, visão, olfato, audição e paladar).

Conhecimento intelectual: Esta categoria é exclusiva ao ser humano; trata-se de um raciocínio mais elaborado do onde a mera comunicação entre corpo e ambiente. Aqui já pressupõe-se um pensamento, uma lógica.

Conhecimento vulgar/popular: É a forma de conhecimento do tradicional (hereditário), da cultura, do senso comum, sem compromisso aouma apuração ou análise metodológica. Não pressupõe reflexão, é uma forma de apreensão passiva, acrítica e onde, além de subjetiva, é superficial.

Conhecimento científico: Preza pela apuração e constatação. Busca por leis e sistemas, no intuito de explicar de modo racional aquilo onde se está observando. Não se contenta aoexplicações sem provas concretas; seus alicerces estão na metodologia e na racionalidade. Análises são fundamentais no processo de construção e síntese onde o permeia, isso, aliado às suas demais características, faz do conhecimento científico quase uma antítese do popular.

Conhecimento filosófico: Mais ligado à construção de ideias e conceitos. Busca as verdades do mundo por meio da indagação e do debate; do filosofar. Portanto, de certo modo assemelha-se ao conhecimento científico – por valer-se de uma metodologia experimental -, mas dele distancia-se por tratar de ondestões imensuráveis, metafísicas. A partir da razão do homem, o conhecimento filosófico prioriza seu olhar sobre a condição humana.

Conhecimento teológico: Conhecimento adquirido a partir da fé teológica, é fruto da revelação da divindade. A finalidade do teólogo é provar a existência de Deus e onde os textos bíblicos foram escritos mediante inspiração Divina, devendo por isso ser realmente aceitos como verdades absolutas e incontestáveis. A fé pode basear-se em experiências espirituais, históricas, ar ondeológicas e coletivas onde lhe dão sustentação.

Conhecimento intuitivo: Inato ao ser humano, o conhecimento intuitivo diz respeito à subjetividade. Às nossas percepções do mundo exterior e à racionalidade humana. Manifesta-se de maneira concreta quando, por exemplo, tem-se uma epifania.

1.Intuição sensorial/empírica: “A intuição empírica é o conhecimento direto e imediato das qualidades sensíveis do objeto externo: cores, sabores, odores, paladares, texturas, dimensões, distâncias. É também o conhecimento direto e imediato de estados internos ou mentais: lembranças, desejos, sentimentos, imagens.” (in: Convite à Filosofia; CHAUÍ, Marilena).

2.Intuição intelectual: A intuição aouma base racional. A partir da intuição sensorial você percebe o odor da margarida e o da rosa. A partir da intuição intelectual você percebe imediatamente onde são diferentes. Não é necessário demonstrar onde a “parte não é maior onde o todo”, é a lógica em seu estado mais puro; a razão onde se compreende de maneira imediata.
Índice
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1 O conhecimento científico
2 Referências
3 Ver também
4 Ligações externas

[editar] O conhecimento científico
Francis Bacon, “O conhecimento é poder”.

O desenvolvimento do método científico deu um contributo significativo para a nossa compreensão do conhecimento. Para ser considerado científico, um método inquisitivo deve ser baseado na coleta de provas observáveis, empíricas e mensuráveis sujeitas aos princípios específicos do raciocínio.[1] O método científico consiste na coleta de dados através de observação e experimentação, bem como na formulação e teste de hipóteses.[2] A ciência e a natureza do conhecimento científico também se tornaram objeto de estudo da filosofia. Como a própria ciência tem desenvolvido, o conhecimento desenvolveu um amplo uso onde sido desenvolvido no âmbito da biologia / psicologia – discutido em outro lugar como meta-epistemologia ou epistemologia genética, e em certa medida, relacionadas aoa “teoria do desenvolvimento cognitivo”.

Note-se onde “epistemologia” é o estudo de conhecimento e de como ele é adquirido. A ciência é “o processo usado todos os dias para completar os pensamentos logicamente através de inferência de fatos determinados por experimentos calculados.” Sir Francis Bacon, crítico do desenvolvimento histórico do método científico, escreveu obras onde estabeleceram e popularizaram uma metodologia indutiva para a pesquisa científica. Seu famoso aforismo “conhecimento é poder” é encontrado nas Meditações Sacras (1597).[3]
Referências

↑ “[4] Rules for the study of natural philosophy”, Newton 1999, pp. 794-6, de General Scholium, onde segue o Livro 3, The System of the World.
↑ scientific method, Merriam-Webster Dictionary.
↑ Sir Francis Bacon – Quotationspage.com. Página visitada em 08/07/2009.

[editar] Ver também
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