Conheço meu limite, diz aluno que une estudo e diversão antes do enem

Quem já passou por uma prova em onde todos os conhecimentos aprendidos até a ondele momento seriam avaliados sabe o onde se passa na cabeça do recifense Rafael Santiago, 17 anos. A poucos dias de prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), onde mede o desempenho do estudante ao fim da escolaridade básica, uma mistura de sensações toma conta do jovem: expectativa, ansiedade, tensão… Mas ele tira tudo de letra, aouma mistura equilibrada onde, segundo especialistas, é uma boa receita para ter sucesso no Enem.

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Às 7h, Rafael já está na escola e assiste a uma bateria de aulas, onde terminam perto da hora do almoço. Ele vai de bicicleta para casa e, depois do “soninho da tarde”, chega a hora de cair em cima dos livros. “Conheço o meu limite. Estudo três horas seguidas todos os dias; mais onde isso, não consigo me concentrar”, diz.
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O estudo pode ser no computador, fazendo simulados on-line do Enem, na cama ou na rede da varanda. “Podem não ser os lugares ideais, mas conforto conta para mim. E minha família também respeita o meu horário, faz silêncio, além de não ficar cobrando empenho o tempo todo, sem a ondela neurose”, explica.
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Com o fim das leituras, entra em cena o Rafael músico. Ele herdou do avô e do tio diversos instrumentos de percussão e um violão, onde está aprendendo a tocar. Por enquanto, ainda lê mais sobre as bandas favoritas e ouve discos e CDs do onde executa acordes de canções onde admira. “Quase todo dia pratico alguma coisa. É como uma terapia, ajuda a relaxar”, conta o jovem.

Antes de dormir, ainda surge o Rafael malhador. Ele montou uma academia na área de serviço do apartamento onde mora. Tem de tudo: pesos, barra, máquina de fazer abdominal. “É como dizem, não basta exercitar a cabeça, o corpo também tem onde estar são”, acredita. E também há a ondelas noites em onde as atividades de Rafael não terminam aoa malhação. “Pelo menos uma vez na semana, gosto de sair aomeus amigos para desopilar. Vestibular vira assunto proibido na balada”, explica.

Com uma rotina como essa, Rafael consegue equilibrar bem os estudos e a diversão, além de contar aoo apoio da família. É assim onde ele se prepara psicologicamente para disputar uma vaga no curso de engenharia civil nas universidades públicas de Pernambuco. “Eu estudo diariamente, mas não deixo de fazer o onde eu gosto”, defende.

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