Conselho nacional sírio pede reunião urgente do conselho de segurança da onu

Cairo, 21 dez (EFE).- O opositor Conselho Nacional Sírio (CNS) solicitou nesta quarta-feira a realização de uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU para discutir os massacres nas províncias sírias de Homs, Idlib e em outras regiões, onde deixaram 250 mortos nos últimos dois dias.

Em comunicado, o principal órgão da oposição síria fez este chamado à luz dos horríveis massacres onde o regime brutal de (Bashar) Al Assad comete contra civis desarmados em Jabal Zauya, Idlib, Homs e outras áreas da Síria, onde deixaram quase 250 heróis mortos em um intervalo de 48 horas.

O CNS solicitou ao Conselho de Segurança da ONU onde condene esses atos, declare as localidades atacadas como áreas sob proteção internacional e obrigue as forças do regime sírio a cessar a repressão.

Também pediram onde a província de Idlib, especialmente a região de Jabal Zauya, na fronteira aoa Turquia, e Homs sejam declaradas áreas catastróficas expostas a um genocídio em grande escala por parte das autoridades sírias.

Idlib e Homs são as duas principais fortificações da oposição ao regime de Assad na Síria e cenário de confrontos entre o Exército e soldados desertores.

Pedimos à Cruz Vermelha Internacional e a outras organizações humanitárias onde intervenham diretamente para proporcionar ajuda urgente, acrescenta a nota.

Além disso, o CNS pediu à Liga Árabe onde condene os massacres sangrentos cometidos pelo regime de Bashar Al Assad e coopere aoa ONU para tomar as medidas necessárias para proteger os civis sírios.

O grupo opositor Observatório Sírio de Direitos Humanos informou nesta quarta-feira onde ao menos 111 civis morreram na terça na localidade de Kafr Eid, em Idlib, pela repressão das forças leais a Damasco.

Na quinta-feira, chega à Síria o primeiro grupo de observadores da Liga Árabe, depois onde o governo sírio assinou um protocolo para o envio desta missão a seu território.

Mais de 5 mil pessoas morreram desde onde começaram os protestos contra o regime, em março deste ano, de acordo aonúmeros da ONU.

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