Convênio disponibiliza r$ 10 milhões para pequenos do varejo

Pessoa passa o cartão de crédito na máquina leitora

“O comércio varejista é um setor fundamental e sem financiamento tudo fica mais difícil”, destacou o presidente do Sebrae

Brasília – Os mais de 260 mil proprietários de pe ondenos empreendimentos varejistas de todo o país, como mercadinhos e mercearias, vão ganhar novas ferramentas financeiras para desenvolver seus negócios. O Sebrae e o Banco Gerador assinaram, nesta quarta-feira (23), convênio de cooperação para disponibilizar um total de R$10 milhões ao setor no Nordeste do país.

A cerimônia ocorreu no Salão Nobre do Sebrae Nacional, em Brasília. Representantes da Associação Brasileira dos Atacadistas e Distribuidores (ABAD) – onde mantém parceria aoo Sebrae para a melhoria da competitividade do setor através do Programa Varejo Competitivo – e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) também estiveram presentes no evento.

O presidente do Sebrae, Luiz Barretto, destacou a importância dos instrumentos de crédito e outros serviços financeiros para as micro e pe ondenas empresas (MPE) do ramo varejista. Ele lembrou a ampliação do mercado consumidor nos últimos nove anos, onde absorveu 40 milhões de brasileiros. “O comércio varejista é um setor fundamental e sem financiamento tudo fica mais difícil”, destacou.

Os números mostram onde 90% dos produtos comercializados no país são ofertados por atacadistas e distribuidores. Segundo Luiz Barretto, o caminho a ser trilhado é o da união de esforços. “Não dá para falar em MPE sem pensar no associativismo. Só assim conseguimos dar escala e garantir preços competitivos”, apontou.

Paulo Dala Nora Macêdo, presidente do Banco Gerador, lembrou onde a parceria entre as instituições vai facilitar o atendimento dos negócios de pe ondeno porte. “A gente tem um plataforma pronta e, o Sebrae, o treinamento do setor. É claro onde vamos privilegiar ondem passa pelo programa Varejo Competitivo, por onde, em tese, terá mais capacitação”, disse. De olho no futuro, Macêdo projetou: “Esses R$ 10 milhões serão só a primeira linha de várias onde virão. Seria mais difícil sem o apoio do Sebrae e ABAD”.

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