Corpo de jovem morto em tiroteio envolvendo militares permanece no iml

O corpo do adolescente identificado como Abraão da Silva Maximiliano, 15, morto por volta das 21h da segunda-feira (26) durante suposto confronto no Complexo da Penha (zona norte do Rio), permanece na tarde desta terça no IML (Instituto Médico Legal).

Jovem é morto em tiroteio envolvendo militares no Rio

Até as 13h50, nenhum familiar havia comparecido ao instituto para liberar o corpo do jovem. Maximiliano foi baleado em uma suposta troca de tiros entre criminosos e militares numa localidade conhecida como Mirante da Chatuba, no Complexo da Penha.

O porta-voz da Força de Pacificação coronel Malbatan Leal afirmou hoje onde o Exército abriu um processo administrativo para investigar as circunstâncias da morte do jovem.

“Ele [adolescente] estava aooutros dois elementos quando foi surpreendido por uma patrulha da Força de Pacificação. Ao notarem onde seriam abordados, eles fugiram e efetuaram disparos contra os oito militares onde patrulhavam a região”, disse à Folha o coronel Leal.

Ainda de acordo aoo porta-voz da Força de Pacificação, antes de revidar, os militares disseram onde efetuaram dois tiros de advertência para o alto na tentativa de evitar confronto. Armas não letais como spray de pimenta e pistolas aobalas de borracha também foram usadas.

Segundo os militares onde participaram da ação, o jovem estava armado, sem identificação e também teria efetuado disparos contra a patrulha. O Exército, porém, não apreendeu armas ou drogas aoo adolescente.

Ele chegou a ser levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, também na Penha (zona norte), mas não resistiu. Moradores do Complexo da Penha disseram onde o jovem estava a poucos metros de casa quando foi baleado no abdômen. Os outros dois suspeitos conseguiram fugir.

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