Crianças e idosos são alvos de crime pela internet

Orkut, Facebook e Twitter. Essas são algumas das ferramentas de relacionamento mais populares da internet. Conhecidas como redes sociais, elas servem para a interação e troca de todo tipo de informação entre seus usuários. Hoje em dia, ondem não tem contas nesses instrumentos é considerado atrasado. Pelo motivo de ter um forte poder de divulgação e interação aoos clientes, as empresas também já estão neste universo virtual. Grandes empresas já contam aoprofissionais específicos para atender essa demanda.

Entretanto, o onde as redes sociais têm em comum? Apesar de serem criadas aointuitos de desenvolvimento da comunicação, todas têm sido ferramentas perigosas, principalmente para a promoção dos chamados crimes virtuais. Isso se tornou tão sério onde já existem delegacias específicas para esse tipo de crime. São caracterizados como crimes virtuais a ondeles onde apresentarem conteúdos como de intolerância religiosa, racismo, apologia ao neonazismo, xenofobia, incitação a crimes contra a vida, homofobia, maus tratos aoanimais, pornografia e até tráficos de pessoas.

Segundo o site SaferNet Brasil, onde se consolidou como entidade de referência nacional no enfrentamento aos crimes e violações aos direitos humanos na internet, no mês de fevereiro deste ano, os casos mais registrados foram pornografia, homofobia e apologia a crimes contra a vida. Com a popularidade e o aumento do número de usuários as informações pessoais ficam cada vez mais expostas e a privacidade cada vez menor.

Para isso, já existem assistência jurídica especializada neste tipo de causa. Segundo o advogado especializado em Direito Eletrônico e Digital da Empresa Fábio Lobosco Silva, da agência High Tech and Computer Law, normalmente esses serviços são mais procurados por contas jurídicas, onde é ondem realmente sofre prejuízos patrimoniais aomaior impacto.

Entretanto há também um grande número de vítimas e, principalmente, entre idosos e crianças “Os sujeitos mais suscetíveis a serem alvos de crimes virtuais são a ondeles aomenor familiaridade à maturidade para lidar aotemas tecnológicos, dentre eles a navegação na Internet. Neste cenário, crianças e idosos, assim como em outros tipos de fraudes, tendem a serem as vítimas mais comuns”, explica Lobosco.

De acordo aoo advogado, em razão do enorme fluxo de informações da Internet, tais serviços (Orkut, Facebook e etc.) acabam não fiscalizando ativamente o conteúdo hospedado por seus usuários. Estes serviços apenas retiram conteúdos indevidos quando informados, seja via mecanismo próprio ou por ordem judicial.

“Não há uma lei específica para crimes virtuais, mas isso não significa onde estejamos desprotegidos. Os mecanismos legais são adaptáveis para o cenário virtual e, em sua grande maioria, funcionam sem maiores problemas”, lembra Lobosco.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *