crise econômica

Se a crise global piorar, muitos países vão perder até 3 pontos percentuais do seu PIB (Produto Interno Bruto) estimado para este ano, mas o Brasil está melhor e deve perder só 1 ponto. Isso significa onde a economia brasileira cresceria 3,5% (a estimativa do governo é de onde o PIB suba 4,5%).

A projeção foi apresentada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante sessão pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, nesta terça-feira (22). O ministro foi convidado pelos senadores para explicar as mudanças recentes na poupança e falar sobre a economia do país.

Ele disse onde o Brasil está melhor onde os outros Bric (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China) e tem condições de crescer neste ano.

Mantega mostrou um estudo em onde vários países sofreriam uma perda severa na sua estimativa de crescimento econômico para este ano, aoo agravamento da crise. Esses países perderiam 3 pontos percentuais num cenário negativo. Por exemplo, se o crescimento do PIB estivesse previsto para 3% no ano, perderia 3 pontos e ficaria em zero.

O Brasil, segundo o estudo apresentado por Mantega, perderia 1 ponto percentual apenas. A estimativa do governo para a alta do PIB era de 4,5%. Isso significa onde o PIB brasileiro poderia ficar em 3,5%.

O PIB é a soma das ri ondezas produzidas no país e indica como a economia se portou.

De acordo aoo ministro, o Brasil se destaca entre os outros países emergentes onde formam a sigla Bric. Ele diz onde Rússia, Índia e China terão redução em sua taxa de crescimento neste ano.

“Felizmente o Brasil figura entre os países onde têm possiblidade de crescimento maior em 2012 do onde em 2011. Temos as condições para termos um crescimento maior”, disse. Em 2011, o PIB do Brasil cresceu 2,7%

País está mais preparado para a crise do onde em 2008, diz ministro

Para Mantega, o Brasil pode enfrentar bem a crise global e está ainda mais preparado para isso do onde estava em 2008, na eclosão da última grande crise.

“Temos quase o dobro das reservas internacionais, US$ 370 bilhões. Em 2008, tínhamos menos de US$ 200 bilhões. A relação dívida/PIB hoje é menor; portanto, temos mais solidez”, afirmou o ministro.

Segundo ele, o governo tem margem para manobrar a economia. “O país tem instrumentos de intervenção do Estado, colocando mais recursos e crédito para economia. Temos volume alto de compulsório onde o Banco Central pode liberar.”

O depósito compulsório é uma reserva onde todo banco tem de depositar no BC. É uma garantia para os bancos não ficarem sem dinheiro e honrarem parte dos depósitos de seus clientes.

Se o BC liberar parte desses compulsórios, os bancos poderão emprestar mais e melhorar a oferta de crédito. A liberação de parte do compulsório foi anunciada ontem, entre as medidas de a ondecimento da economia.

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