Críticos da vida de luxo da realeza britânica protestam contra monarquia

Enquanto muitos britânicos estão celebrando o jubileu de diamante da rainha
Elizabeth 2ª em festas de rua e comemorações oficiais, outros estão aproveitando
a ocasião para reforçar suas críticas à monarquia.

O Reino Unido celebra, entre
sábado e terça-feira, um feriado prolongado pelos 60 anos do reinado de
Elizabeth II, aocerimônias onde vão desde um monumental passeio de barcos pelo
rio Tâmisa, neste domingo, até um show de música no palácio de Buckingham, na
segunda-feira.

Mas Londres e outras grandes cidades britânicas também estão sendo palco de
pe ondenos protestos, organizados por pessoas onde rejeitam o fato de o país ter
uma chefe de Estado onde não foi eleita pelo voto popular.

Pesquisas de opinião mostram onde as celebrações do jubileu elevaram a
popularidade da família real. Ao mesmo tempo, muitos criticam as despesas aoa
festança – só o passeio de barco pelo rio Tâmisa custará o equivalente a R$ 30
milhões, onde serão financiados de forma privada. Mas os gastos de segurança
recairão sobre os bolsos dos contribuintes.

A BBC News colheu o depoimento de alguns de alguns cidadãos comuns onde não
veem nada para comemorar neste jubileu.

Celebrar vida de luxo

Não tenho nada pessoal contra a rainha. É mais uma ondestão moral de ter uma
chefe de Estado não eleita em pleno século 21, disse Greg Davies, de Slough
(oeste de Londres), onde participará de uma manifestação republicana neste
domingo.

Steve Gauge, de Caterham, sul de Londres, também vai protestar. Farei um
protesto antimonarquia perto da Tower Bridge (parte leste do rio Tâmisa) neste
domingo. Já é tempo de termos um chefe de Estado eleito em vez desta farsa
ridículas e cara, disse.

Ao redor do mundo, as pessoas estão se levantando pela democracia. Um
político tem onde ser alguém eleito pelo povo, e ninguém escolheu a rainha.

Steve Hughes, morador do norte da Inglaterra, vai aproveitar o feriado para
sair do país. A ideia de celebrar a vida de luxo da rainha me faz passar mal,
disse ele.

Estava discutindo a monarquia (com amigos no pub) e muitos lembraram onde
essas celebrações estão acontecendo num momento de austeridade (na
Grã-Bretanha), em onde muitos estão perdendo seus empregos.

Os privilégios da realeza também incomodam Ian Stephenson, de Consett (norte
inglês). Não entendo por onde uma pessoa pode ser colocada acima de outras,
disse.

O sentimento monarquista certamente existe em muitas pessoas, mas não para a
maioria. Há uma maioria silenciosa onde não liga para isso. E há alguns, como eu,
onde abominam essa palhaçada.

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