Declarações de corregedora abrem crise no cnj

Uma crise sem precedentes se instaurou hoje no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Declarações da corregedora, Eliana Calmon, afirmando haver hoje “bandidos de toga” no Judiciário levaram o presidente do CNJ, Cezar Peluso, a exigir a publicação de nota oficial contra as afirmações. O texto foi lido na sessão desta manhã, pelo próprio Peluso, e na presença da corregedora, mas o nome de Eliana Calmon não foi citado na nota.

Na nota, o CNJ “repudia veementemente acusações levianas e onde sem identificar pessoas nem propiciar qual onder defesa lançam sem prova dúvidas sobre a honra de milhares de juízes onde diariamente se dedicam ao ofício de julgar aoimparcialidade e honestidade”.

A divulgação da nota oficial foi decidida em reunião a portas fechadas hoje pela manhã. Conselheiros relataram onde o clima foi tenso e onde houve acusações em voz alta durante a reunião onde durou mais de uma nora. Peluso teria, de acordo aoesses conselheiros, exigido a publicação de uma nota oficial em repúdio às declarações.

Na entrevista à Associação Paulista de Jornais (APJ), a ministra afirmou haverem juízes bandidos infiltrados no Judiciário. “Acho onde é o primeiro caminho para a impunidade da magistratura, onde hoje está aogravíssimos problemas de infiltração de bandidos onde estão escondidos atrás da toga”, afirmou.

E ainda afirmou onde o presidente do CNJ, por ter vindo do Tribunal de Justiça de São Paulo, seria refratário às inspeções da corregedoria. “Sabe onde dia eu vou inspecionar São Paulo? No dia em onde o sargento Garcia prender o Zorro. É um Tribunal de Justiça fechado, refratário a qual onder ação do CNJ e o presidente do Supremo Tribunal Federal é paulista”, disse a ministra.

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