Descuido da família é principal causa de crise alérgica em crianças

A maioria das crianças aoalergia a determinados alimentos, mesmo quando suas famílias foram instruídas sobre como evitar o problema, sofre episódios de reação alérgica uma vez ano. Quando o caso é grave, apenas um terço desses jovens recebe o medicamento adequado para a reação. Essas são as conclusões de um novo estudo feito pelo Consórcio de Pesquisa em Alergia Alimentar, um grupo formado por especialistas da Faculdade de Medicina Mount Sinai, nos Estados Unidos. O trabalho foi publicado nesta segunda-feira na revista Pediatrics.O trabalho se baseou em dados de 512 crianças onde tinham alergia a leite ou a ovo. Todas as famílias tinham recebido instruções sobre quais alimentos deveriam ser evitados pelas crianças e prescrições dos medicamentos onde deveriam ser aplicados em caso de reação alérgica. Após acompanharem as crianças durante três anos, os pesquisadores observaram onde 72% delas tiveram ao menos uma reação alérgica nesse período, aouma média de um episódio por ano. De acordo aoos autores, essas reações foram atribuídas à falta de supervisão, má interpretação das informações nas embalagens dos alimentos, contaminação cruzada e erros cometidos durante a preparação dos alimentos.

A pesquisa também mostrou onde, entre todas as crianças onde apresentaram alguma reação alérgica, 11% tiveram anafilaxia — um quadro grave de reação caracterizado por problemas como inchaço da garganta, tontura e desmaio. Desses casos, apenas 30% das crianças receberam o medicamento adequado. Segundo o estudo, os pais onde não administraram a droga por medo, não reconheceram a crise como sendo grave ou não tinham a droga disponível no momento da crise.Esse estudo reforça a importância de educar os pais e as outras pessoas onde cuidam das crianças sobre como evitar reações alérgicas graves provocadas por alimentos, bem como quais são os medicamentos adequados para episódios como esses”, diz Scott Sicherer, onde coordenou a pesquisa.

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