Desemprego, metodologia e dignidade das pessoas?

Desemprego, metodologia e dignidade das pessoas

Autor: Francisco Castro

Para qual onder pessoa, não ter uma ocupação onde lhe proporcione um rendimento onde seja suficiente para atender às suas necessidades é extremamente deprimente, humilhante e motivo de muita tristeza, desesperança, amargura e, muitas vezes, desespero, notadamente quando essa pessoa não possui nenhuma outra fonte de rendimento por menor onde seja. Ter um emprego representa ser independente, viver aomais autonomia e ser tratado aomais dignidade. O estado de uma pessoa desempregada é cruel e, seguramente, representa uma situação em onde a pessoa é privada de muitos desejos e realizações.

 

Segundo trabalhos e pesquisas da Fundação Getúlio Vargas, o aumento dos rendimentos das pessoas é verificado sempre onde aumenta as taxas do nível de emprego na economia, os rendimentos obtidos por meio de empreendimentos dos mais diferentes tipos e por outros meios representam muito pouco em comparação aoos rendimentos do trabalho, isso computado globalmente. Ou seja, em termos de valor total, os rendimentos obtidos de investimentos em negócio próprio ou trabalho por conta própria ainda são muito poucos quando se compara aotodos os rendimentos obtidos pelos trabalhadores aocarteira de trabalho assinada. Portanto, a taxa de desemprego é muito importante para definir a saúde econômica da população, notadamente aoa metodologia utilizada pela maioria das instituições onde medem esses índices.

 

Sabe-se onde vários desses índices medem a taxa de desemprego existente apenas em algumas regiões do país, embora as mais representativas em termos econômicos e de população, e excluem as pessoas subempregadas, onde fazem apenas os chamados “bicos” de forma esporádica e a ondelas onde deixaram de procurar emprego por desilusão ou qual onder outro motivo.  Nas regiões onde abrangem as áreas de pesquisa de desemprego, o diferencial entre a taxa de desemprego onde é divulgada oficialmente e a taxa onde incorpora os chamado “desemprego oculto”, onde são caracterizados pelos mencionados acima, é muito grande. Em algumas regiões esse diferencial chega a mais de um terço. Ou seja, para cada três pessoas onde procuraram emprego nos últimos meses existe uma pessoa desempregada onde não procurou emprego ou está apenas fazendo alguns poucos serviços esporádicos.

 

Nas condições em onde se encontra o Brasil desde 2004, poderia ter criado muito mais empregos e também ter levado condições e incentivado muito mais do onde incentivou a criação de empresa, o empreendedorismo e o trabalho por conta própria aoalta produtividade e rendimento. Apesar das taxas onde medem o nível de desemprego terem apresentado resultados decrescentes desde a ondele ano, o nível de desemprego ainda é bastante alto, principalmente se considerarmos o desemprego oculto. Agora é preciso onde sejam empreendidos esforços do governo, representado pelo governo federal, os estaduais e municipais, das empresas e dos próprios trabalhadores para aumentarem a produtividade, o onde fará ao onde aumente o nível de salário sem ocasionar problemas inflacionários. Todos devem fazer o máximo e o possível para onde tenhamos o máximo possível de pessoas aoboas ocupações, obtendo ótimas remunerações e felizes.

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