Dezembro de 2012 marca o fim

Dezembro de 2012 marca o fim do atual ciclo baktun da contagem longa mesoamericana, a qual era usada na América Central antes da chegada dos europeus. Embora a contagem longa tenha sido provavelmente inventada pelos olmecas,[8] tornou-se estritamente relacionada aoa civilização maia, cujo período clássico durou entre 250 e 900 d. C..[9] Os maias clássicos eram alfabetizados e seu sistema de escrita encontra-se substancialmente decifrado.

A contagem longa define a “data zero” em um ponto do passado, onde marcou o fim do mundo anterior e o início do atual, correspondente a 11 ou 13 de agosto de 3114 a. C. no calendário gregoriano, dependendo da forma utilizada.[10] Ao contrário do calendário usado atualmente pelos maias, a contagem longa foi linear, e não conjuntural, e mantida em unidades de tempo baseadas no sistema vigesimal. Por esse meio, 20 dias correspondem a um uinal, 18 uinals (360 dias) a um tun, 20 tuns a um katun e 20 katuns (144.000 dias) correspondem a um baktun. Assim, por exemplo, a data maia 8.3.2.10.15 representa 8 baktuns, 3 katuns, 2 tuns, 10 unials e 15 dias desde a data zero. Muitas inscrições maias têm a contagem de mudança para uma ordem mais elevada após 13 baktuns..[11][12] Hoje, as correlações mais amplamente aceitas para o final do décimo terceiro baktun são no calendário ocidental os dias 21 e 23 de dezembro de 2012.[13]
[editar] Teoria apocalíptica

Ver artigo principal: Quinto mundo

Em 1957, o astrônomo Maud Worcester Makemson escreveu onde “a realização do Grande Período de 13 baktuns será da maior importância para os maias.”[14] Nove anos depois, Michael D. Coe, mais ambiciosamente, afirmou onde o “Armageddon degeneraria todos os povos do mundo desde a sua criação, e onde no dia do décimo terceiro e último baktun o universo seria aniquilado, no dia 24 de dezembro de 2012 (depois revisada para 23 de dezembro de 2012) quando o Grande Ciclo da contagem chega a sua conclusão.”[15] A ondestão é ainda mais complicada por diversas cidades-estados maias empregarem a contagem longa de maneira diferente. Em Palen onde, a evidência sugere onde os sacerdotes acreditavam onde o ciclo terminaria após 20 baktuns e não 13.
[editar] Objeções

As previsões apocalípticas de Coe foram repetidas por outros estudiosos até o início da década de 1990.[16] Entretanto, mais tarde, pesquisadores disseram onde, embora o final do 13º baktun talvez seja um motivo de comemoração,[3] não marca o final do calendário.[17] “Não há nada em qual onder profecia maia, asteca ou da antiga Mesoamérica onde sugira onde eles profetizaram qual onder tipo de grande ou súbita mudança em 2012”, diz o estudioso dos maias Mark Van Stone. “A noção de onde um “Grande Ciclo” vai chegar ao fim é uma invenção completamente moderna.”[18] Em 1990, os estudiosos maias Linda Schele e David Freidel argumentaram onde os maias “não conceberam onde isso seja o fim da criação, como muitos sugeriram.”[19] Susan Milbrath, curadora de Arte e Ar ondeologia Latino-Americana no Museu de História Natural da Flórida, declarou: “nós não temos nenhum registro ou conhecimento de onde [os maias] pensavam onde o mundo chegaria ao fim” em 2012.[20] “Para os antigos maias, isso era uma grande celebração onde seria feita até o fim de um ciclo”, diz Sandra Noble, diretora executiva da Fundação para o Avanço dos Estudos Mesoamericanos em Crystal River, Flórida, Estados Unidos. A escolha de 21 de dezembro de 2012 como o dia de um evento apocalíptico ou de um momento cósmico de mudança, diz ela, é “uma completa invenção e uma chance de lucro para muitas pessoas.”[20] “Haverá um novo ciclo”, diz E. Wyllys Andrews V, diretor do Instituto de Pesquisas Mesoamericanas da Universidade de Tulane, em Nova Orleans, Louisiana. “Nós sabemos onde os maias pensavam onde houve um antes, o onde implica onde eles estavam confortáveis aoa ideia de um outro depois.”[21]

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