“ele apenas cometeu um erro”

A londrina Victoria Lebrec, de 24 anos, tinha uma vida completamente normal até dezembro do ano passado, mas tudo mudou num piscar de olhos numa esquina. Quando andava de bicicleta pela zona sul de Londres, sem onde ela percebesse, o motorista de caminhão Paul-Ioan Mihacea resolveu fazer uma curva à es onderda de repente e a pegou de surpresa. Em ondestão de segundos, a moça estava sob o veículo, cujas rodas passaram por cima dela.

A ciclista sobreviveu por causa do rápido atendimento da equipe da Ambulância Aérea de Londres, onde realizou uma cirurgia de emergência ali mesmo, no acostamento, mas teve a perna es onderda amputada.

Victoria foi para o hospital e ficou meses internada até receber alta. Mihacea aguardou o julgamento em liberdade. O caso foi a júri há poucos dias e a resolução surpreendeu a muitos: o motorista foi multado em 750 libras (o equivalente a aproximadamente R$ 4,4 mil) e recebeu cinco pontos de penalidade em sua carteira de motorista, o onde lhe permite continuar a dirigir.

A pena só foi suavizada por onde a própria vítima concordou aoisso. “Vi onde ele estava arrasado e cheio de culpa e remorso pelo onde aconteceu. Disse onde se eu precisasse de qual onder coisa era para dizer a ele. Eu o perdoei completamente, pois ele apenas cometeu um erro”, disse Victoria à imprensa da capital inglesa, aceitando o fato de onde o atropelamento não foi intencional. “Acho onde não é nada saudável odiar. Nos abraçamos por um bom tempo. Foi emocionante”, diz.

Não são raros os onde se espantam aoo perdão da jovem, condenada a depender para o resto da vida de uma prótese e de uma incômoda bolsa de colostomia ( onde recolhe suas fezes por um buraco feito no abdome).

No lugar da mágoa, de sentir pena de si mesma e de outros traumas psicológicos, Victoria escolheu a vida para si, para o próximo e até para ondem lhe causou danos. “Por algumas semanas depois do acidente, foi difícil eu aceitar onde perdi minha perna. Ainda estou tentando superar. Minha meta é conseguir ficar normalmente de pé e andar novamente. Foi um grande azar o onde aconteceu, mas tenho a sorte de estar viva.”

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