Émile durkheim sociedade sociologia e educação

Biografia 

Viveu numa família muito religiosa, pois seu pai era um rabino. Porém, não seguiu o caminho da família, optando por uma vida secular. Desde jovem, foi um opositor da educação religiosa e defendia o método científico como forma de desenvolvimento do conhecimento.Em boa parte dos seus trabalhos, procurou demonstrar que os fenômenos religiosos tinham origem em acontecimentos sociais. 

Aos 21 anos de idade, Durkheim foi estudar na Escola Normal Superior (École Normale Supérieure) e passou a dedicar-se ao mundo intelectual. Formou-se em
Filosofia, no ano de 1882. Cinco anos após sua formatura, foi trabalhar na Universidade de Burdeos como professor de pedagogia e ciência social. Neste período, começaram seus estudos sobre sociologia.


 


Principais aspectos da teoria sociológica de Durkheim :

· Existem fenômenos sociais que devem ser analisados e demonstrados com técnicas especificamente sociais;
· A sociedade era algo que estava fora e dentro do homem ao mesmo tempo, graças ao que se adotava de valores e princípios morais;
· As pessoas se educam influenciadas pelos valores da sociedade onde vivem;
· A sociedade está estruturada em pilares, que se manifestam através de expressões (conceito de estrutura);
· Divisão do trabalho social: numa sociedade cada indivíduo deve exercer uma função específica, seguindo direitos e deveres, em busca da solidariedade social. Desta forma, pode-se chegar ao progresso e avanço para todos.


 


A obra de David Émile Durkheim (1858-1917), escrita num momento crucial da sociedade


vigente, teve um impacto bastante significativo e acentuado na epistemologia das ciências


sociais. Sua visão organicista da sociedade desenvolveu os postulados de Augusto Comte


(1798-1857), criando um método novo de estudo dos fenômenos sociais, propiciando, ainda, a


consolidação do Positivismo como teoria de explicação social. Pretende-se aqui, analisar de


maneira crítica a teoria deste autor, levando em conta o contexto histórico em que ela foi


criada, e em especial suas concepções a respeito dos fenômenos educacionais, que influenciou


a construção de uma “maneira” positivista de se pensar e estudar a educação num contexto


social e histórico determinado, utilizando para isso o método antes proposto por Comte e


desenvolvido por Durkheim. A peculiaridade da obra de Durkheim encontra-se no fato de que


boa parte dela foi produzida enquanto uma contribuição teórica às reformas educacionais que


estavam ocorrendo na França de sua época; por isso o interesse de não apenas negá-la, mas


estudá-la de maneira crítica, já que, a mesma parece indicar, de forma significativa, a própria


defesa da educação na sociedade capitalista, e nesse sentido se expressar, inclusive, na defesa


da educação no Brasil.


A época em que viveu Durkheim, coincide com uma série de acontecimentos importantes na


história dos séculos XIX e XX. O autor foi espectador destes fatos como a derrota da França


na guerra franco-prussiana de 1870 e a formação do Império Alemão, em conseqüência disto;


a comuna de Paris, nos primeiros meses de 1871 e sua derrota frente às forças burguesas; o


advento da III República Francesa (da qual tornou-se um dos ideólogos) e, finalmente, a


primeira guerra mundial, que encerrou definitivamente a assim chamada belle époque, uma


fase que no imaginário burguês poderia ser considerada como seu “mundo ideal” e que para


esta visão social de mundo tornou-se uma espécie de “paraíso perdido” após a guerra, como


deixa claro o historiador britânico HOBSBAWM (1992, p. 27):


Seminário de Pesquisa  – 2008


De meados dos anos 1890 à grande guerra, a orquestra econômica mundial


tocou no tom maior da prosperidade […] A afluência, baseada no boom


econômico, constituía o pano de fundo do que ainda é conhecido no


continente europeu como “a bela época” (belle époque) […] Na mitologia


retrospectiva das classes operárias, as décadas que precederam 1914 não


figuram como uma idade de ouro, como no caso dos europeus ricos ou


mesmo da mais modesta classe média. Para estes a belle époque foi de fato


o paraíso que seria perdido após 1914. Para os homens de negócio e os


governos posteriores à guerra, 1913 seria o ponto de referência permanente,


ao qual eles esperavam retornar, deixando para trás uma era problemática.


Vistos dos nublados e conturbados anos do pós-guerra, os movimentos


excepcionais do último boom anterior a ela faziam figura de ensolarada


“normalidade”, a que ambos aspiravam retornar, em vão […] As mesmas


tendências da economia pré-1914, que tornaram a era tão dourada para as


classes médias, empurraram-na à guerra mundial, à revolução e aos


distúrbios, excluindo-se a hipótese de uma volta ao paraíso perdido.


A denominação de “A Era dos Impérios”, dada a esta época específica (1875-1914) por


Hobsbawm, é influenciada por alguns textos de autores marxistas da época como Rosa de


Luxemburgo em “A acumulação de Capital, Contribuição ao Estudo Econômico do


Imperialismo”. Obras que ao serem produzidas, procuraram explicar o fenômeno da


consolidação do capitalismo monopolista no final do século XIX e início do XX, bem como o


significado econômico e político da sua expansão global, processo denominado de


Imperialismo.


É inegável que, historicamente, a obra de Durkheim, produzida neste período específico do


Imperialismo, seria influenciada por ele, o Imperialismo, embora não totalmente no mesmo


escorada. Diante da concorrência privada que se expressava, Durkheim é um autor que se


preocupa com a legitimação da coesão social. Este é um problema a ser resolvido, o da ordem


coletiva, problema que se expressava com o advento do Imperialismo, quando o capitalismo


mostrou, de fato, a que veio. Sua visão organicista, onde cada órgão da sociedade tem sua


função específica, em íntima solidariedade uns com os outros, propiciando a manutenção do


seu “corpo social” e o império da “ordem”, traduz seu posicionamento de classe, é a forma


dele resolver o problema no terreno político, de ordenação social, para que a economia


capitalista pudesse avançar. Parece necessário, para melhor entendê-lo, olhar para uma das


suas fontes teóricas: os ensinamentos de Augusto Comte, ou o que a partir deste autor ficou


conhecido como Positivismo.



O Positivismo enquanto método de análise da realidade social, tem suas origens no


iluminismo do século XVIII, como filosofia crítica e até revolucionária, que tentou explicar a


sociedade de acordo com o método das ciências naturais, em contraposição às ideologias


predominantes na época, reflexo de suas classes dominantes: aristocracia e clero, que


defendiam a manutenção dos valores tradicionais do pensamento feudal e despóticomonárquico,


dominantes até então. Pressupõe-se, então, que as teorias de coesão social,


derivadas de Comte, e a conseqüente teoria de solidariedade, elaborada por Durkheim, foram


influenciadas por essas novas teorias filosóficas. Os maiores representantes desta fase foram:


Condorcet, ideólogo da burguesia (na época ainda uma classe revolucionária) e Saint-Simon


(socialista utópico), que viria a ser orientador teórico de Comte.


É na obra de Comte que esta visão social de mundo perde o seu caráter revolucionário para


adquirir outro, oposto ao inicial, o de um “ordenamento” cada vez mais “necessário” para a


sociedade; isto aconteceu devido aos movimentos sociais ocorridos por volta de 1830 a 1848,


denominados pelo autor de “anarquia social”, trata-se de uma reação no terreno da luta de


classes, onde a burguesia deixa de ser uma classe revolucionária para se transformar na classe


dominante da sociedade ocidental e a partir daí ela precisou não só de uma justificativa


plausível (a ordem acrescida ao direito), para o seu domínio enquanto classe social, mas


também na prática se revelou organizada politicamente contra a classe trabalhadora, enquanto


uma unidade internacional que combate não mais a igreja, mas a possibilidade do comunismo.


Comte foi um dos autores que propiciou esta justificativa burguesa negando o aspecto


revolucionário da ideologia traçada na ascensão do capitalismo – aspecto “negativo” –


buscando desenvolver outro sentido para a mesma, um sentido de reordenamento da estrutura


social – aspecto “positivo”. Assim ocorreu a dogmatização da verdade como algo exterior à


vida individual, ou seja, perenizou-se a idéia de que a verdade vem de fora, negando a história


no seu contexto real, já que o presente seria o estágio máximo da evolução humana, o que


justifica a visão da sociologia como uma ciência exata (física social, para Comte), já que está


a se propor uma ciência que vai tratar de fenômenos perenes. Comte proporciona a Durkheim


um recorte metodológico da história que possibilita a negação da mesma, já que se trata de


estudar fenômenos numa sociedade “estável”.


Apresenta-se a seguir, algumas premissas desta teoria, expostas na obra de Comte:



Considerando a civilização sob esse ponto de vista preciso e elementar, é


fácil sentir que o estado da organização social é essencialmente dependente


do estado da civilização e deve ser considerado conseqüência sua, enquanto


a política de imaginação o admite como dela isolado e mesmo


completamente independente. O estado da civilização determina


necessariamente o da organização social, quer no espiritual, quer no


temporal […] Os melhores espíritos, os que se encontram mais próximos do


estado positivo da política, começam hoje a perceber esse princípio


fundamental. Compreendem que é absurdo conceber isoladamente o sistema


político, fazendo dele derivar as forças da sociedade, da qual, pelo


contrário, ele recebe as suas, sob pena de nulidade. Numa palavra, admitem


já que a ordem política é apenas, e não poderia deixar de sê-lo, a expressão


da ordem civil, o que significa, em outras palavras, que as forças sociais


preponderantes acabam sempre por tornar-se dirigentes. […] o espírito


eminentemente relativo da Filosofia Positiva apesar de sua invariável


unidade, deverá gradualmente dissipar, em proveito da ordem geral, essa


disposição absoluta, tão estreita quanto irracional, comum à política


teológica e à metafísica, que as leva incessantemente a pretender realizar de


maneira uniforme, […] seus tipos respectivos de governos […] (COMTE,


IN: MORAES FILHO, 1989, p. 177-178).


Mostrados estes postulados, nos quais a obra de Durkheim se baseia, podemos voltar à


questão anteriormente feita – se sua visão de sociedade como organismo social não estaria em


contradição com a conjuntura do capitalismo em sua época? Evidentemente está, a partir do


momento em que se busca a explicação da sociedade partindo de uma perspectiva dialética, de


luta de classes, mas é necessário, também, esclarecer que a perspectiva teórica de Durkheim


não se constrói a partir disso, muito pelo contrário, suas noções de “ordem social” e “corpo


social”, são propostas num uso de uma metáfora fisiologista decorrente de suas explicações


das ciências sociais a partir do método das ciências naturais:


O que se reclama do sociólogo é que se coloque num estado de espírito


semelhante aos dos físicos, químicos, fisiologistas, quando se aventuram


numa região ainda inexplorada do seu domínio científico. É necessário que,


ao penetrar no mundo social, tenha ele consciência de que penetra no


desconhecido; é necessário que se sinta em presença de fatos cujas leis são


tão desconhecidas quanto o eram as da existência antes da constituição da


biologia; é preciso que se mantenha pronto a fazer descobertas que hão de


surpreendê-lo e desconcertá-lo. (DURKHEIM, 1987, p. 23).



Esta é uma explicação típica do Positivismo Durkheiminiano, e que segundo ele, deve ser


exemplificada para melhor ser “sanada”, desenvolvendo, conseqüentemente, uma dimensão


assumidamente conservadora, como de resto esclarece o próprio Durkheim, em uma de suas


obras:


[…] O nosso método nada tem de revolucionário, pelo contrário, ele é


essencialmente conservador, porque considera os fatos sociais como coisas


cuja natureza, por mais maleável que seja, não pode ser modificada pela


vontade humana […] (DURKHEIM, IN: RODRIGUES, 1990, p.70).


Durkheim assume, na sua construção teórica, seus interesses de que a sociologia seja uma


ciência ordenadora da sociedade, negando qualquer pretensão à mudança social, ou ainda,


como nesta outra citação:


Diante das doutrinas da prática, nosso método permite e exige a mesma


independência. A sociologia, assim entendida, não seria nem individualista,


nem comunista, nem socialista, no sentido vulgarmente dado a estes termos.


Ignoraria por princípio estas teorias, às quais não poderia reconhecer


nenhum valor científico, pois diretamente não tendem para a expressão dos


fatos, mas para a sua reforma. Se a sociologia se interessa por esses


aspectos é somente na medida em que vê neles fenômenos sociais que


podem auxiliá-la a compreender a realidade social, manifestando


necessidades que preocupam a sociedade. (DURKHEIM, 1987, p. 124).


Pode-se, em decorrência deste enunciado do autor, tirar algumas conclusões:


1 – Durkheim se coloca como um pensador conservador, na medida em que rechaça a


revolução como fenômeno social (os fatos sociais não podem ser modificados pela vontade


humana).


2 – A insistência em caracterizar os fatos sociais como “coisas” (conceito extraído


diretamente da metodologia das ciências naturais e aplicado nas suas explicações


sociológicas), demonstra a tentativa do autor em colocá-los de forma exterior à vontade


humana.



3 – Sendo os fatos sociais o objeto de estudo da sociologia enquanto ciência (para Durkheim)


e sendo eles exteriores a vontade humana, então são capazes de se sobrepor a essa vontade.


E o que são os fatos sociais para Durkheim? Seriam todas as representações e construções


sociais capazes de exercer uma coerção social sobre os seres humanos e assim obrigá-los a


seguir os princípios da “ordem social”. Explicando melhor, a teoria sociológica de Durkheim


caracterizou-se por sua preocupação em definir o método, o objeto e as aplicações da


sociologia. Para ele, o objeto de estudo da sociologia seria os “fatos sociais”, ou seja, todo o


conjunto de regras, normas e comportamentos, aceitos em sociedade:


O mesmo pode ser dito dos fatos sociais, e com maior razão ainda; pois a


consciência não seria mais competente para conhecê-los do que para


conhecer sua própria vida […] Todavia em primeiro lugar, herdamos já


feitas pelas gerações anteriores, a maior parte das instituições sociais; como


não participamos de modo nenhum em sua formação, não é nos


interrogando que poderemos descobrir as causas que as fizeram nascer. E


mais ainda, mesmo colaborando com a sua gênese, só vislumbramos de


maneira a mais vaga e confusa, e geralmente a mais inexata até, a natureza


de nossa ação, as razões verdadeiras que nos determinaram a agir.


(DURKHEIM, 1987,p. 22).


Uma das características dos fatos sociais é a coerção social, ou seja, a força que os fatos


sociais exercem sobre os indivíduos, o grau de coerção social se torna evidente pelas sanções


a que o indivíduo está sujeito quando contra elas tenta se rebelar, levando o mesmo a se


conformar com o que está estabelecido socialmente:


No fundo, na noção de coerção social, isto é que é essencial. Pois tudo o


que está implicado nesta noção é que as maneiras de agir ou de pensar


apresentam uma realidade exterior aos indivíduos, os quais , a cada


momento do tempo, com elas se conformam. Constituem coisas que têm


existência própria. (DURKHEIM, 1987, p. 26).


Outra característica dos fatos sociais seria a sua generalidade, para Durkheim é social todo


fato que é geral, que se repete para todos os indivíduos, ou pelo menos, para a maioria deles.


Durkheim frisa ainda que os fatos sociais são exteriores aos indivíduos, as regras sociais, os



costumes, as leis, já existem antes do nascimento das pessoas e acabam impostos a elas por


mecanismos de coerção social, vigentes nos mecanismos de relação entre os indivíduos e as


instituições atuantes na sociedade:


A proposição que apresenta os fenômenos sociais como exteriores aos


indivíduos não foi menos vivamente discutida do que a precedente. Já nos


concedem hoje, com assaz boa vontade, a existência de um certo grau de


heterogeneidade entre os fatos da vida individual e os da vida coletiva […]


Tais fatos são, pois, nesse sentido, exteriores às consciências individuais


consideradas como tais, do mesmo modo que os caracteres distintivos da


vida são exteriores ás substâncias minerais que compõem o ser vivo.


(DURKHEIM, 1987, p. 24-25).


É como intelectual comprometido com a construção de um arcabouço teórico profundamente


conservador, defensor mesmo de uma ordem social estática, que Durkheim não consegue se


situar de acordo com um dos postulados centrais do Positivismo: a pretensa “neutralidade


científica”, já que fica clara a sua opção por uma realidade social ordenada, eterna, como se a


história humana tivesse terminado; ora, essa visão social de mundo só interessa a uma classe


social que deseja que tudo fique como está, no caso, a burguesia, classe dominante em sua


época e ainda na atualidade. Defendendo uma ordem social imutável, como o faz em sua


teoria, Durkheim acaba por se tornar um ideólogo da classe burguesa de sua época, ideólogo


da III república francesa, regime que apoiou e onde a burguesia já era a classe dominante,


com as suas instituições sociais, econômicas e políticas construídas para servir as suas


aspirações de classe.


Os estudos sobre educação que Durkheim empreendeu tiveram um papel importante em sua


teoria, sendo fundamental registrar um dado significativo disto: o autor estudou os fenômenos


educacionais como instituições sociais. Na visão dele, as instituições sociais e


conseqüentemente as educacionais são constituídas a partir dos fatos sociais, já que uma das


suas características básicas é a sua generalidade; repetindo-se para todos os indivíduos,


controlam também as instituições formadas pelos mesmos, as instituições, então, são um meio


social, onde as regras sociais, os costumes, as leis, isto é, todas as normas de comportamento


consagradas e aceitas pela sociedade são impostas às pessoas desde o seu nascimento:


 


A ação exercida, pelas gerações adultas, sobre as gerações que não se


encontrem ainda preparadas para a vida social; tem por objetivo suscitar e


desenvolver, na criança, certo número de estados físicos, intelectuais e


morais reclamados pela sociedade política, no seu conjunto, e pelo meio


especial a que a criança, particularmente, se destine. (DURKHEIM, 1978,


p.41).


Para Durkheim, já que o indivíduo fatalmente terá que se ajustar a estas instituições das quais


fará parte em diferentes momentos de sua vida, essa imposição se dá através de mecanismos


de coerção social existentes nas instituições sociais e as instituições educacionais, nesse


contexto, são uma peça fundamental na configuração de um indivíduo obediente às normas


sociais:


A escola, com efeito, é um grupo real, existente, do qual a criança faz


naturalmente e necessariamente parte, e é um grupo de natureza diferente da


família…Por conseguinte, através da escola, nós temos forma de introduzir a


criança em uma vida coletiva diferente da doméstica: nós podemos lhe


propiciar hábitos que, uma vez contraídos, sobreviverão ao período escolar


e serão reclamados pela satisfação que lhes dá. (DURKHEIM, 1947,


p.199).


Tal qual as outras, as instituições educacionais também desempenham, para Durkheim, uma


importante tarefa nesta conformação dos indivíduos à sociedade em que vivem, a ponto de,


após algum tempo, as normas sociais ensinadas inclusive pela escola estarem internalizadas


nos mesmos e transformadas em hábitos que dirigem, normatizam e controlam a vida em


sociedade.


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