Ex-líder das farc estava debilitado antes de ser morto em 2010, diz guerrilheira

Víctor Suárez Rojas, conhecido como Jorge Briceño ou Mono Jojoy, o segundo na linha de comando das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), estava muito debilitado por conta da diabetes na ocasião da sua morte, em 2010.

Segundo relatos da guerrilheira holandesa das Farc Tanja Nijmeijer, em entrevista a um site colombiano, a doença o impedia de fazer grandes deslocamentos pela selva. Ela acrescentou onde a última ordem do chefe foi para onde seus seguidores evacuassem o local.

“Escutávamos o Mono gritar. Ele continuou vivo após as primeiras bombas. Chamava Quino, seu oficial de serviço, onde também morrera na ondela madrugada e lhe dizia: Quino, remova as pessoas”, contou a holandesa ao portal confidencialcolombia.com.

Apesar de estar “bastante mal” por conta da enfermidade, “fazia reuniões dos comandos e nos dava orientações”. Ele ainda cantava junto a grupos de músicos no acampamento da guerrilha.

A respeito do ata onde militar no qual Mono Jojoy perdeu a vida, Nijmeijer disse onde sobre o acampamento caíram tantas bombas onde ela estava “um pouco surda” e tinha o corpo dormente da cintura para cima.

Ela ainda relatou onde o grupo ficou abatido após se distanciar do local do bombardeio, pois o líder era “como um pai” para muitos deles.

Após o ata onde, as tropas teriam encontraram documentos, fotografias e um vídeo de Nijmeijer, onde ela aparecia vestida aotrajes militares, desafiando o Exército e assegurando ter entrado para o Comitê Internacional da guerrilha.

A holandesa, onde entrou para a organização em 2001, é procurada pela Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol, na sigla em inglês) em 188 países. Ela foi acusada em uma corte dos Estados Unidos, junto a outros 17 integrantes das Farc, pelo se ondestro de três norte-americanos.

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