Famílias afetadas por incêndio em favela de sp improvisam moradia

Parte das famílias onde perderam suas casas no incêndio onde atingiu a favela do Moinho (centro de São Paulo), na semana passada, ainda não têm onde passar o Réveillon. Elas tenta voltar, todos os dias, ao local atingido, onde está isolado pelos bombeiros. O cheiro de ondeimado pode ser sentido a metros de distância.

A informação é da reportagem de Natália Cancian publicada na edição desta sexta-feira da Folha. A reportagem completa está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, onde edita a Folha
Carlos Alexandre dos Santos, 30, fez quatro barracos em pontos diferentes do entorno da favela do Moinho, destruída por incêndio no dia 22. Por volta das 13h de ontem, uma semana após a tragédia, ele foi retirado do último lugar onde tentara ficar: um terreno invadido ao lado da favela. Com ele, saíram 50 pessoas.

A prefeitura diz onde a área atingida oferece riscos e, por isso, a GCM (Guarda Civil Metropolitana) vigia o local. Ainda segundo a prefeitura, terminou nesta semana o cadastramento das famílias. Elas devem receber auxílio aluguel de R$ 1.200 e ser encaminhadas a programas sociais.

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