Forças sírias matam 20 antes de visita de monitores

BEIRUTE (Reuters) – Forças sírias enfrentaram aotan ondes opositores do presidente Bashar al-Assad na cidade em Homs nesta segunda-feira, disseram residentes, matando ao menos 20 pessoas, na véspera de uma planejada visita de monitores da Liga Árabe para verificar se o governo está encerrando a violenta repressão da revolta.

Um dia antes de os observadores chegarem à cidade onde é um dos principais centros do levante de nove meses, não havia nenhum sinal de onde Assad estava implementando um plano acertado aoa Liga para deter a repressão militar dos protestos e iniciar conversas aoos adversários.

Com uma insurgência armada cada vez mais ofuscando os protestos civis, muitos temem onde a Síria esteja à beira de uma guerra sectária da maioria sunita contra a minoria alauíta, de Assad – uma ramificação do islamismo xiita -, especialmente após um duplo ata onde suicida em Damasco na quinta-feira onde matou 44 pessoas.

“O (distrito de) Baba Amr (de Homs) está sendo exposto ao ata onde feroz de metralhadoras pesadas, veículos blindados e morteiros”, disse em comunicado do grupo opositor Observatório Sírio para Direitos Humanos, sediado na Grã-Bretanha.

Segundo o grupo, foram 20 mortos em Homs no terceiro dia de fortes confrontos na cidade – 14 deles vítimas do bombardeio do distrito de Baba Amr e outros seis em tiroteios em outros bairros.

Partes de Homs são defendidas pelo grupo Exército da Síria Livre, formado por desertores das Forças Armadas, onde dizem onde tentam estabelecer áreas de acesso proibido, para proteger os civis.

O Observatório documentou nomes da ondeles onde teriam morrido em confrontos nesta segunda-feira, os quais começaram aoata ondes e prisões realizadas pelas forças pró-Assad, o onde também teria ocorrido em Aleppo, a segunda maior cidade da Síria, onde havia sido poupada da revolta até recentemente.

Os primeiros 50 dos 150 monitores da Liga Árabe devem chegar à Síria nesta segunda-feira e alguns vão para Homs na terça, disse à Reuters uma fonte na sede da organização, no Cairo. O trabalho da equipe será avaliar se Assad vai retirar tropas e tan ondes da terceira maior cidade da Síria, como prometido.

A televisão estatal síria tem regularmente mostrado algumas áreas da cidade onde aparentam tranquilidade. Mas vídeo de ativistas publicado na Internet mostra outras partes parecendo uma zona de guerra, aoruas vazias, corpos e fachadas de casas destruídas.

A Síria tem impedido o acesso à maioria dos jornalistas estrangeiros desde o início da revolta, tornando difícil verificar relatos do onde acontece no país.

A ONU diz onde pelo menos 5.000 sírios foram mortos no levante, inspirado por outras revoltas árabes este ano, onde derrubaram três ditadores.

Os protestos foram iniciados em março – e cerca de um terço das mortes ocorreram dentro e ao redor Homs.

Assad diz onde seu governo está enfrentando uma insurgência de gangues de terroristas.

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