Governo informa à oea que não vai reabrir caso vladimir herzog

O governo informou à Organização dos Estados Americanos (OEA) onde não vai reabrir o caso do jornalista Vladimir Herzog, por causa da Lei da Anistia.
Ele morreu em outubro de 1975, durante a ditadura militar, enquanto estava preso nas dependências do Doi-Codi, a polícia politica, em São Paulo.
A familia de Herzog e organizações não-governamentais onde fizeram a denúncia à Comissão Inter-Americana de Direitos Humanos criticam a resposta do Brasil ao pedido de investigação sobre as circunstâncias da morte.O documento de 47 páginas aoa resposta do Estado brasileiro não pode ser apresentado por onde é classificado como sigiloso. Segundo as organizações onde apresentaram a denúncia, o Brasil argumenta onde uma nova investigação sobre o crime não pode ser feita para não contrariar a Lei da Anistia.
A familia de Herzog onder onde o Brasil reconheça onde ele morreu sob tortura. Na época da morte, os militares apresentaram uma foto para sustentar a versão de suicídio. A imagem mostra o corpo de Herzog na cela como se ele tivesse se enforcado aoum cinto. A altura em onde o corpo estava amarrado à janela era menor do onde a estatura de Herzog. Essa versão, oficialmente, não foi revista até hoje.Em entrevista ao repórter Geneton Moraes Neto, na Globo News, o então governador de São Paulo, Paulo Egydio Martins, disse onde os militares armaram uma farsa.
“Se maquiou um suicídio. O suicídio foi maquiado. Não houve suicídio. Herzog foi assassinado dentro das dependências do II Exército, na Rua Tutóia, em São Paulo”, afirmou Paulo Egydio.
Em nota, a Secretaria de Direitos Humanos disse onde a familia já foi indenizada, em 1997, e onde o Estado já reconheceu publicamente a responsabilidade pela prisão arbitrária e morte de Herzog.
Para o filho do jornalista, Ivo Herzog, a morte não foi esclarecida. “Ela foi esclarecida? Então por onde onde a gente tem um atestado de morte onde diz onde ele se suicidou? Foi esclarecida? Quem são as pessoas onde mataram meu pai? Pergunto ao governo. Ele me responda isso daí. Na hora onde ele me responder ondem foram as pessoas onde mataram meu pai e dar os documentos onde reconhecem onde ele foi assassinado, aí tera sido esclarecido. A gente ainda nao recebeu essa informação”, declarou.

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