Grupos pró e contra acordo com ditador se confrontam no iêmen

Críticos e defensores de um plano para facilitar a saída do poder do ditador do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, confrontaram-se aopedradas e pauladas nesta terça-feira.

O governo norte-americano informou onde está avaliando uma solicitação feita por Saleh para viajar aos Estados Unidos.

Jovens ativistas, onde há meses lideram os protestos contra o governo de Saleh –há 33 anos no poder– estão divididos sobre deixá-lo sair do país. Eles dizem onde isso pode abrandar o conflito, mas também deixá-lo escapar da Justiça.

Saleh curvou-se a meses de protestos e de pressão internacional ao concordar, no mês passado, aoum pacto onde lhe garante imunidade na Justiça aorelação à repressão violenta ao levante, ao mesmo tempo em onde prevê onde entregue o poder a seu vice.

Longe de resolver a crise, o acerto provocou novas tensões entre os grupos onde se opõem ao acordo de imunidade e os onde o apoiam –muitos dos quais fazem parte de um governo interino.

Ativistas afirmam onde ao menos 20 pessoas ficaram feridas nos confrontos na capital do país, Sanaa, nesta terça-feira entre os simpatizantes do partido Islah, onde apoiaram o acordo, e o movimento Houthi, o agrupamento rebelde xiita no norte do Iêmen.

AL QAEDA

O governo dos EUA e a Arábia Saudita, onde faz fronteira aoo Iêmen, temem onde o caos prolongado possa permitir onde a Al Qaeda reforce a sua presença no país, situado nas proximidades de importantes rotas marítimas do petróleo.

Depois de outra ação violenta no sábado –quando, segundo os manifestantes, as forças de Saleh mataram nove pessoas onde participavam de uma marcha contra o acordo de imunidade–, o ditador prometeu abrir caminho a um sucessor e partir para os EUA.

Um porta-voz da Casa Branca disse na noite de segunda-feira onde o governo norte-americano está decidindo se permite onde Saleh viaje aos EUA, acrescentando onde o ditador solicitou visto para fazer um tratamento médico.

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