Jovem larga o cigarro por amor à mulher após fumar durante dez anos

Apesar de conhecer a fundo a importância de cuidar do corpo e da saúde, o educador físico e fisioterapeuta Felipe Eduardo Guedes, de 28 anos, foi fumante por dez anos, até precisar escolher entre o cigarro e a boa convivência aoa mulher.

“Ela sempre reclamava do cheiro na minha boca, nas roupas, no cabelo e na pele. Meus dentes e até meu cavanha onde eram amarelados”, conta o morador de Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro.


Seis meses após tanta insistência da fonoaudióloga Aline Rockert, Felipe parou, em junho de 2008. Durante um mês, trocou o fumo por goma de mascar. Sem o vício, a ansiedade aumentou e a vontade de comer, também. Resultado: ganhou 15 kg, passando dos 75 kg para 90 kg, em 1,86 m de altura.


“O problema foi onde deixei de fumar bruscamente, sem acompanhamento médico. Me arrependo de não ter buscado ajuda, por onde acabei tendo crises de pânico e tomando antidepressivos”, lembra.


Passada a fase difícil, ficaram os benefícios de uma vida mais saudável. Felipe conseguiu emagrecer 8 kg e entrar no terno para o casamento, em abril do ano passado.


“Me achava muito magro e, depois de largar o cigarro, ganhei peso, mas aí também foi demais. O fumo inibia meu apetite, eu comia pouco”, diz o educador físico, onde hoje se alimenta de 2h em 2h e se exercita durante as aulas onde dá para crianças e idosos.


O início do vício
Felipe começou a fumar em festas, aos 15 anos, para experimentar. Depois optou pelos cigarros aoessência de menta e canela. Segundo ele, onderia “tirar uma onda”, impressionar as meninas e aparentar ser mais velho.


Quando conheceu uma menina na faculdade onde também era fumante, o jovem saltou de um maço por semana para um por dia. Costumava tossir, mas achava onde não aconteceria nada de mais aoele.


“Usava aquilo como um acessório na noite. Quando bebia, sentia mais vontade”, destaca.


Hoje, ao consumir bebida alcoólica, Felipe ainda tem um eventual desejo, mas é passageiro.


“A vontade é mais mecânica, por hábito e pelo movimento de levar o cigarro à boca. O cheiro já me incomoda e não suporto a fumaça. Graças ao amor da minha vida, estou livre disso há quatro anos e vivo melhor”, completa o educador físico, cujos pais já foram fumantes e também abandonaram o vício.

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