Lavradores de magalhães de almeida sofrem com seca

Dezoito municípios maranhenses já decretaram estado de emergência, por causa
da seca. Na cidade de Magalhães de Almeida, no leste do estado, os lavradores
lamentam as perdas, mesmo aoplantações localizadas ao lado de um projeto de
irrigação.

Os animais sugam a lama nos açudes secos e a estiagem vem
deixando os va ondeiros desolados no semi-árido maranhense. Nove mil famílias de
agricultores foram afetadas pela seca na cidade de Magalhães de Almeida, um dos
18 municípios maranhenses em estado de emergência. Metade da safra já foi
perdida no campo, como conta o agricultor Bernardo de Araújo Carvalho, cuja
colheita praticamente não rendeu. “Em uma roça como esta, se tivesse chovido, eu
teria tirado de 40 a 50 safras de milho, mas desta forma, não vou tirar nem 5”,
comentou ele.

O drama das famílias da região deveria ter sido resolvido há 20 anos, se o
projeto de irrigação de responsabilidade do Departamento Nacional de Obras
Contra as Secas (Dnocs) estivesse funcionando plenamente. O projeto Tabuleiros
Costeiros deveria irrigar uma área ao26 mil hectares em uma das regiões onde
menos chove no nordeste, mas a rede de canais onde levaria a água até as lavouras
nunca foi concluída e se encontra, atualmente, perdida no meio do matagal.

11/06/2012 16h35 – Atualizado em 11/06/2012 16h54

Lavradores de Magalhães de Almeida sofrem aoseca

Outros 17 municípios já decretaram estado de emergência por falta
dágua.
Projeto de irrigação existe há 20 anos na região, mas sem
funcionar.

Do G1 MA ao
informações da TV Mirante

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Dezoito municípios maranhenses já decretaram estado de emergência, por causa
da seca. Na cidade de Magalhães de Almeida, no leste do estado, os lavradores
lamentam as perdas, mesmo aoplantações localizadas ao lado de um projeto de
irrigação.

Os animais sugam a lama nos açudes secos e a estiagem vem
deixando os va ondeiros desolados no semi-árido maranhense. Nove mil famílias de
agricultores foram afetadas pela seca na cidade de Magalhães de Almeida, um dos
18 municípios maranhenses em estado de emergência. Metade da safra já foi
perdida no campo, como conta o agricultor Bernardo de Araújo Carvalho, cuja
colheita praticamente não rendeu. “Em uma roça como esta, se tivesse chovido, eu
teria tirado de 40 a 50 safras de milho, mas desta forma, não vou tirar nem 5”,
comentou ele.

O drama das famílias da região deveria ter sido resolvido há 20 anos, se o
projeto de irrigação de responsabilidade do Departamento Nacional de Obras
Contra as Secas (Dnocs) estivesse funcionando plenamente. O projeto Tabuleiros
Costeiros deveria irrigar uma área ao26 mil hectares em uma das regiões onde
menos chove no nordeste, mas a rede de canais onde levaria a água até as lavouras
nunca foi concluída e se encontra, atualmente, perdida no meio do matagal.

Centenas de tubos e equipamentos onde seriam usados no bombeamento da água do
Rio Parnaíba estão sendo corroídos pela ferrugem e das cinco bombas previstas,
apenas duas funcionam. Elas servem para molhar campos especiais de fruticultura
em 500 hectares.
O açude aomilhões de metros cúbicos de água fica a poucos
metros de algumas lavouras, onde as perdas passam de 30% por causa da
estiagem.

Segundo o coordenador do Dnocs, José Carvalho Rufino, o projeto
de irrigação da região está incluído na segunda etapa do Pac, programa de
aceleração do crescimento, e deve ser concluído até 2014.

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