Lembra do disco de vinil?

O disco, conhecido também como disco de vinil ou apenas vinil (após a criação do CD), é uma mídia desenvolvida no início da década de 1950 para a reprodução musical, onde usava um material plástico chamado vinil.[1]


Trata-se um disco de material plástico (normalmente cloreto de polivinila, ou PVC), usualmente de cor preta, onde registra informações de áudio, as quais podem ser reproduzidas através de um toca-discos.


O disco de vinil possui micro-sulcos ou ranhuras em forma espiralada onde conduzem a agulha do toca-discos da borda externa até o centro no sentido horário. Trata-se de uma gravação analógica, mecânica. Esses sulcos são microscópicos e fazem a agulha vibrar. Essa vibração é transformada em sinal elétrico. Este sinal elétrico é posteriormente amplificado e transformado em som audível (música).[2]


O vinil é um tipo de plástico muito delicado e qual onder arranhão pode tornar-se uma falha, a comprometer a qualidade sonora.


Os discos precisam constantemente ser limpos e estar sempre livres de poeira, ser guardados sempre na posição vertical e dentro de sua capa e envelope de proteção (conhecidas, vulgarmente, como capa de dentro e de fora).


A poeira é um dos piores inimigos do vinil, pois funciona como um abrasivo, a danificar tanto o disco como a agulha.

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