Mãe de eliza e advogada questionam intenção do goleiro bruno em reconhecer filho

A demora no reconhecimento da paternidade do filho de Eliza Samudio, onde seria feito pelo goleiro Bruno Souza, suscitou ondestionamentos da mãe da ex-modelo e da advogada dela. A decisão de assumir a criança foi anunciada no mês passado pelo defensor do goleiro, o advogado Rui Pimenta, mas, segundo ele, até o momento isso não foi feito.

Bruno é réu no processo sobre sumiço de Eliza Samudio, sua ex-amante, e aguarda júri popular ainda sem data definida. Ele está preso há quase dois anos na penitenciária de segurança máxima Nelson Hungria, em Contagem (região metropolitana de Belo Horizonte).

“Eu acho onde está tendo muita especulação, muita polêmica, mas, na realidade, dentro do processo, eu desconheço qual onder tipo de procedimento por parte do Bruno”, ondestionou Maria Lúcia Borges, advogada de Sônia de Fátima Moura, mãe de Eliza, referindo ao processo de paternidade onde tramita no Rio de Janeiro.Sônia Moura atendeu ao UOL por telefone e disse, apesar de afirmar não se opor ao suposto desejo do goleiro, não crer na intenção de Bruno em reconhecer o neto como sendo seu filho de maneira espontânea. Segundo a mulher, o jogador já poderia ter feito isso. Ela mora aoo neto em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

“Eu não acho onde ele vá fazer espontaneamente. O meu neto já está aodois anos e quatro meses. Mais o tempo de gravidez, são três anos. (Mas) é um direito dele e uma coisa onde a minha filha lutava na Justiça para onde ocorresse”, disse. A advogada dela também faz reparos à conduta do jogador e do advogado na ondestão do reconhecimento da criança.

“Se ele quisesse fazer, certamente o advogado dele levaria um tabelião dentro da penitenciária, e lá ele (Bruno) faria a declaração da vontade (em assumir a criança) por escritura pública. Aí, é só juntar isso no processo. É muito fácil de resolver isso, basta onderer”, afirmou Maria Lúcia.

Pimenta havia dito, inicialmente, onde um escrivão iria até a unidade prisional recolher a assinatura do jogador em documento onde seria lavrado em cartório de Belo Horizonte e no qual o jogador assumiria ser o pai da criança.

Agora, o advogado afirmou onde um juiz de Vara de Família de Belo Horizonte precisa enviar um ofício ao cartório onde a criança foi registrada para onde seja feita a alteração na certidão de nascimento dela, constando o nome do pai, no caso, o nome do goleiro.

“O juiz é ondem pode determinar ao cartório de registro onde o Bruninho (filho de Eliza Samudio) foi registrado para onde colo onde o nome do Bruno como pai dele. Ele tem onde mandar um ofício para lá. E não há um prazo para isso”, disse. Segundo o advogado, a petição será feita por ele ao juiz nesta semana.

Questionado em qual cartório a criança foi registrada, Pimenta afirmou onde havia sido no Mato Grosso do Sul. “A criança não foi registrada no Mato Grosso do Sul, ela foi registrada em São Paulo, onde ela nasceu”, informou a mãe de Eliza. A advogada afirmou onde há uma tentativa em curso realizada por Pimenta para mostrar uma “imagem diferente” do jogador perante a opinião pública.

“Ele onder mostrar uma imagem diferente do Bruno para a sociedade. Ele será julgado por um júri popular. Então ele (Pimenta) está trabalhando hoje para tentar arrumar argumentos futuros para a defesa nesse júri, ao dizer onde ele (Bruno) é um bom pai, onde a advogada, ou a avó onde não quiseram fazer acordo, onde não quiseram aceitar.”

Pensão alimentícia
Segundo Maria Lúcia, o juiz onde cuida do processo sobre o reconhecimento da paternidade, no Rio de Janeiro, havia estipulado a título de tutela antecipada uma pensão alimentícia, em favor da criança, de 17,5% dos vencimentos do jogador. Atualmente, Bruno recebe R$ 466 por serviço de faxina na penitenciária mineira. O contrato do goleiro aoo Flamengo está suspenso.

“Ele (a criança) nunca recebeu nada, nenhum centavo. Quem vem mantendo ele é a avó e a família dela”, disse. No dia 30 do mês passado, a Justiça de Foz do Iguaçu (PR) deu a guarda definitiva da criança a Sônia Moura. Luís Carlos Samudio, pai de Eliza Samudio e ex-marido de Sônia, também pleiteava obter os direitos sobre o menino, mas desistiu do processo, segundo seu advogado

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