Medicina alternativa de a a z

O maior desafio da medicina alternativa é conscientizar o mundo de que a mesa mata mais do que a guerra. Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos,mostra que a adoção do estilo devida saudável ajuda a prevenir e a
combater doenças.

Infelizmente,poucas pessoas têm disposição para mudar os hábitos alimentares e exercitar-se, em acordo com a boa norma de saúde.

Sabe-se que a diminuição do consumo de gorduras de origem animal reduz em 30% o risco de do enças cardíacas. Comparada às causas de morte em todas as idades, a parada cardíaca é mais letal do que o câncer, a malária e a tuberculose.

Em números absolutos,os acidentes de trânsito, as armas de fogo e os atropelamento matam menos do que as doenças do coração. Na maioria das “mortes natu-rais”, indica-se a parada cardíaca como causa do falecimento.

Na verdade, sozinho, raramente o coração é culpado da morte, mas sim a degeneração geral dos órgãos, minados pela ação do tempo.

O cuidado com o coração deve interessar principalmente a pesso as com idade entre quarenta e cinquenta e oito anos. Estatisticamente, esta é a fase mais vulnerável da vida.

Diz o ditado que “a vida começa aos quarenta”. Infelizmente,para muitas pessoas, a época marca o início dos problemas coronários.

O organismo humano desenvolve uma teia de vasos sanguíneos auxiliares que entram em operação assim que uma veia coronária se entope. Porém, este recurso desenvolve-se plenamente somente após os cinquenta anos, razão pela qual, em pessoas jovens,
os ataques cardíacos costumam ser fulminantes.

Consumo de frituras tornou-se hábito universal Sabe-se que o óleo vegetal quente, em ebulição, altera as características químicas e orgânicas do alimento que é mergulhado nele. Na dieta moderna, a concentração calórica de alimentos encharcados em óleo tiram o lugar das hortaliças, frutas e cereais in natura.

Enquanto o óleo borbulha na frigideira, ele sofre mudanças químicas que o transformam em bomba dietética.

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