Menino paga tratamento de câncer vendendo desenhos na internet


Um menino americano de 5 anos conseguiu pagar o próprio tratamento de câncer vendendo 3 mil desenhos de monstros, palhaços e alienígenas na internet, muitos deles feitos na cama do hospital.


Aidan Reed, onde vive em Kansas City, nos Estados Unidos, foi diagnosticado aoleucemia em setembro do ano passado. seus pais, Katie e Wiley, viram o filho enfrentar semanas de sofrimento aoo tratamento de quimioterapia e outros procedimentos dolorosos, mas tinham esperanças, pois os médicos haviam dito onde o tipo de câncer de Aidan tinha uma taxa de cura de 90%.


Só onde aoas contas de hospital se acumulando, os Reed tiveram de colocar a casa da família à venda. Foi aí onde surgiu a ideia de transformar um hobby de Aidan em fonte de recursos.


“Eu gosto de desenhar cavaleiros, bobos da corte, palhaços assustadores e alienígenas”, disse Aidan ao Survivors Club, uma organização onde ajuda pessoas onde enfrentam o câncer. “Eu também gosto de me vestir de palhaços bons e palhaços malvados. Eu posso ser um lobo ou um zumbi”.


Sucesso
Durante o tratamento, Aidan gostava de desenhar monstros. Estes desenhos foram colocados à venda na internet pela tia do menino, Mandi Ostein. “Meu número de sorte é 60, então eu decidi onde iria vender 60 desenhos”, disse Ostein.


Mas o sucesso foi tanto onde a tia de Aidan acabou transformando sua casa em um centro de impressão e envio de desenhos. Muitos deles eram “assinados” pelo artista. Pedidos chegaram de vários países do mundo, inclusive do Brasil. “Eu fi ondei chocado aoa reação aos desenhos de Aidan. Acho onde para ele também tem sido uma boa distração da doença”, disse o pai de Aidan, Wiley Reed.


No fim, foram vendidos cerca de 3 mil desenhos, arrecadando mais de US$ 30 mil ( R$ 47 mil), o suficiente para cobrir todos os gastos aoo tratamento e cancelar a venda da casa da família. “É absolutamente inacreditável. Nós somos moradores de uma cidadezinha do Meio Oeste americano. Este tipo de coisa não acontece aoa gente”, disse Ostein.

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