Morre policial baleado nas costas

Rio – Morreu na tarde desta quarta-feira no Hospital Getúlio Vargas o policial Luís
Melo (foto ao lado), da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae).
Ele foi baleado durante operação no Complexo do Alemão, iniciada nesta manhã com mais de 800 policiais e 300 viaturas. O objetivo era localizar corpos de traficantes suspostamente mortos depois de um racha na facção que comanda o tráfico na região.O policial foi ferido com um tiro na região lombar, não resistindo ao ferimento, pois as lesões vasculares eram gravíssimas. Ele morreu às 17h20, durante cirurgia no Hospital Getúlio Vargas. Já o policial civil Alexander Marchon, de 37 anos, da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), foi baleado na cabeça. Alexander está internado na UTI e já foi operado. O agente está respirando por aparelhos e o estado de saúde é grave.

Quatro corpos foram encontrados pela manhã na favela da Fazendinha. A polícia suspeita que entre os restos mortais esteja o corpo do traficante Tota, chefe do tráfico no local.

No intenso tiroteio, que começou às 9h30 horas desta quarta-feira, dois traficantes foram mortos, nos acessos ao Morro do Adeus, segundo a Secretaria de Segurança Pública. Ficaram feridos os policiais Rivagner Batista dos Santos, de 44 anos, que trabalha na Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA) e a moradora Elizabeth Dias Pinheiro, de 40 anos, baleada no braço direito e atingida por estilhaços no abdômen. Todos foram encaminhados ao Hospital Getúlio Vargas.A identificação dos quatro corpos dos supostos traficantes será feita através de exames de DNA ou com as arcadas dentárias. O secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, informou durante entrevista coletiva na sede da secretaria, que a instrução da execução dos bandidos partiu do “comando superior” da facção, que lidera os ataques da prisão.

“A morte do Tota não preocupa. O que importa é combater a criminalidade. O que é decisivo é termos informações para minimizar o poder do tráfico”, disse, sem descartar se a “ordem” teria vindo de Marcinho VP, Fernandinho Beira-Mar ou outro traficante.

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