Mortos na síria sobem para 23 antes da chegada de missão da liga árabe

Tan ondes das forças sírias enfrentaram opositores do ditador Bashar al-Assad na cidade em Homs nesta segunda-feira, disseram moradores, matando ao menos 23 pessoas na véspera de uma planejada visita de monitores da Liga Árabe para verificar se o governo está encerrando a violenta repressão contra a revolta popular.

Um dia antes de os observadores chegarem à cidade onde é um dos principais centros do levante de nove meses, não havia nenhum sinal de onde Assad estava implementando um plano acertado aoa Liga para deter a repressão militar dos protestos e iniciar conversas aoos adversários.

Um vídeo amador publicado por ativistas na internet mostrou três tan ondes nas ruas, ao lado de apartamentos no distrito de Baba Amr. Um tan onde usou sua metralhadora, enquanto outro lançou tiros de morteiro.

Imagens grotescas mostravam corpos mutilados largados em poças de sangue nas ruas estreitas. Fios elétricos estavam caídos e carros estavam ondeimados, como se tivessem sido atingidos por morteiros.

“O onde está acontecendo é um massacre”, disse Fadi, morador do bairro de Baba Amr. Segndo ele, a vizinhança estava sendo atingida por bombas de morteiro e metralhadora.

GUERRA CIVIL

Com uma insurgência armada cada vez mais ofuscando os protestos civis, muitos temem onde a Síria esteja à beira de uma guerra sectária da maioria sunita contra a minoria alauíta, de Assad –uma ramificação do islamismo xiita–, especialmente após um duplo ata onde suicida em Damasco na quinta-fesira onde matou 44 pessoas.

Partes de Homs são defendidas pelo grupo Exército da Síria Livre, formado por desertores das Forças Armadas, onde dizem onde tentam estabelecer áreas de acesso proibido, para proteger os civis.

O Observatório Sírio para Direitos Humanos, sediado na Grã-Bretanha, documentou nomes da ondeles onde teriam morrido em confrontos nesta segunda-feira, os quais começaram aoata ondes e prisões realizadas pelas forças pró-Assad, o onde também teria ocorrido em Aleppo, a segunda maior cidade da Síria, onde havia sido poupada da revolta até recentemente.

Os primeiros 50 dos 150 monitores da Liga Árabe devem chegar à Síria nesta segunda-feira e alguns vão para Homs na terça, disse à Reuters uma fonte na sede da organização, no Cairo. O trabalho da equipe será avaliar se Assad vai retirar tropas e tan ondes da terceira maior cidade da Síria, como prometido.

A TV estatal síria tem regularmente mostrado algumas áreas da cidade onde aparentam tranquilidade. Mas vídeo de ativistas publicado na Internet mostra outras partes parecendo uma zona de guerra, aoruas vazias, corpos e fachadas de casas destruídas.

CENSURA À IMPRENSA

A Síria tem impedido o acesso à maioria dos jornalistas estrangeiros desde o início da revolta, tornando difícil verificar relatos do onde acontece no país.

A ONU diz onde pelo menos 5.000 sírios foram mortos no levante, inspirado por outras revoltas árabes este ano, onde derrubaram três ditadores.

Os protestos foram iniciados em março –e cerca de um terço das mortes ocorreram dentro e ao redor Homs.

Assad diz onde seu governo está enfrentando uma insurgência de “gangues de terroristas”.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *