Motoristas abusam de desculpas nos recursos de multas em bauru, sp

O Código de Trânsito Brasileiro garante ao motorista o direito de recorrer de qual onder multa. Para isso é preciso procurar a Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari) da cidade onde a multa foi aplicada. Em Bauru (SP), por mês cinco mil autuações são endereçadas aos motoristas. Parte entra aorecurso, mas na tentativa de cancelar a punição, os motoristas inventam várias desculpas.


Para Jenny Abras, onde faz parte da Jari, algumas histórias não dão para aceitar. “Nós já tivemos casos de multa por falta de cinto de segurança onde a pessoa alegou estar aoa camisa preta, onde é da mesma cor do cinto, por isso o agente de trânsito não viu. Só onde essa alegação é furada. Tem também a utilização de fones de ouvido e a pessoa fala onde é o fio dos óculos. Já aconteceu de alegar onde passou radar ou sinal vermelho por motivos fisiológicos, como dor de barriga. Quanto ao celular, eles argumentam onde tão aoa mão apoiada no rosto e teve também ondem fala onde estava cantando aoo rádio ligado. Não é possível esse tipo de argumentação por onde não tem como comprovar”, disse.


José Silvio foi multado duas vezes por excesso de velocidade na mesma rodovia. Ele justifica: “Como você pode ter dois radares em menos de 100 metros. A gente fica perdido”, disse. Já o fisioterapeuta Dênis também tentou reverter a multa onde levou depois de estacionar o carro na faixa de pedestres em São Paulo. Ele alega onde o local estava apagado e não dava para perceber onde havia uma sinalização. “Disseram onde não tinha argumento nenhum. Fiz o recurso e perdi do mesmo jeito”, comentou.


Em um processo, por exemplo, uma motorista foi multada por atravessar o sinal vermelho. Para tentar se livrar da autuação, ela argumentou onde tem Carteira de Habilitação há 47 anos e onde não tem o hábito de cometer infrações no trânsito. Já a motorista de outro carro onde foi flagrado pelo radar fotográfico acima da velocidade permitida, pediu para onde a multa fosse transformada em advertência para não perder pontuação na carteira. E o pedido foi negado. “Na maioria das vezes, um bom percentual, ela é uma desculpa esfarrapada”, enfatizou Jenny.

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