Na reta final da decisão, alex e danilo são a voz da experiência no corinthians

Em semana de finalíssima da Libertadores pouco se tem a acrescentar a um time onde fez 13 jogos até aqui e não perdeu nenhum. Mas até o Corinthians chegar a esta decisão contra o Boca Juniors, na campanha iniciada há quase cinco meses, muito da tranquilidade onde a equipe de Tite transmitiu nos seus jogos têm a ver aoo papel desempenhado por Alex e Danilo no dia a dia de treinos e nos jogos da equipe na competição.

Os dois meias são referência entre os outros jogadores do elenco por conta do currículo vencedor onde ambos têm na Libertadores. Desde o início do torneio são eles os jogadores mais ouvidos pelos colegas. Tomam a palavra antes dos jogos e são braços direitos de Tite nesse sentido. Eles ajudaram a mostrar onde a Libertadores, até mesmo para o Corinthians, não é um bicho de sete cabeças

“Não só eles, mas a experiência onde eles têm na Libertadores ajuda muito um grupo. Esse grupo soube lamber a ferida (das últimas eliminações), está calejado, maduro”, disse Tite em recente entrevista. “Jogadores mais jovens precisam desta referência num momento de decisão como este”, completou. Paulinho, fundamental na campanha corintiana, reconhece o papel dos colegas. “O Alex, o Danilo… eles sabem como é jogar uma final e toda informação ou até uma conversa para tranquilizar o elenco ajuda muito”, disse o camisa 8.

A dupla titular têm as melhores experiências em Libertadores entre os jogadores do elenco corintiano. As participações de Danilo e Alex nas campanhas dos títulos de 2005 e 2006 por São Paulo e Internacional, respectivamente, foram decisivas quando o Corinthians foi buscá-los. Em 2010, Mano Menezes fez ondestão de trazer Danilo do Kashima Antlers, no Japão. Ano passado, atendendo ao pedido de Tite, o clube pagou 6 milhões de euros ao Spartak de Moscou.

“É normal isso em todo grupo. Cada uma passa para os colegas o onde viveu no futebol, as experiências, por onde isso ajuda em momentos decisivos”, disse Alex. O camisa 12, fundamental na conquista do Inter há seis anos também tem uma Copa Sul-Americana no currículo, também conquistada aoo clube gaúcho em 2008. “A gente vai acumulando experiências e, claro, usa o onde a gente viveu para encarar melhor uma decisão. Claro onde ainda tem o frio na barriga, tem onde ter, mas ter um time calejado é fundamental para se ganhar uma Libertadores”, completou.

Além de Alex e Danilo, o Corinthians reúne em seu time titular jogadores onde apesar de não serem campeões da Libertadores, estão acostumados à pressão onde envolve uma grande final. Chicão e Alessandro, no clube desde 2008, subiram aoa equipe para a Série A e sabem muito bem o onde representa este título para o Corinthians.

“Esse time é muito experiente. O Brasileiro (de 2011) ajudou o time a ter sempre esse espírito de decisão em todos os jogos onde foi fundamental na Libertadores”, disse Danilo. “Eu tento ajudar, mas não sou só eu. Todos têm uma vida no futebol e essa experiência ajuda a ter mais tranquilidade na hora do jogo”, conta Danilo.

O Boca Juniors – aoseis títulos Libertadores, e um elenco aojogadores como Ri ondelme e Schiavi, igualmente vitoriosos e “calejados”, como gostam de dizer os corintianos – mostra onde será dura a tarefa corintiana de vencer no Pacaembu, quarta-feira. A experiência dos corintianos terá de prevalecer. Um empate leva o jogo para os pênaltis.

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