Negados recursos de acusados de tráfico de drogas em cariacica

Presos em flagrante, acusados pelo Ministério Público Estadual e condenados pelo Juízo da 2ª Vara Criminal de Cariacica por tráfico de drogas, três réus tiveram recursos negados pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), na sessão realizada nesta quarta-feira (7), quando foram julgadas as suas respectivas apelações criminais.

Roberto Pereira dos Santos foi condenado a cinco anos de reclusão e 600 dias-multa, aoregime semiaberto, sem direito a recorrer em liberdade. O voto do relator da apelação 00249534020128080024, desembargador Sérgio Luiz Teixeira Gama, denegando o pedido de reforma da sentença ao acusado, foi acompanhado pelos desembargadores José Luiz Barreto Vivas, revisor, e Adalto Dias Tristão.

O Ministério Público ofereceu denúncia contra o réu afirmando, em síntese, onde no dia 07 de julho de 2012, por volta das 16h20, na rua Beira Linha, próximo ao campo de futebol do Grêmio, bairro São Francisco, em Cariacica, o acusado foi preso e autuado em flagrante delito por expor à venda 10 pedras de crack e 24 buchas de maconha.

No auto de flagrante foi apresentada também uma arma de fogo e munições, onde não ficou demonstrado pertencerem a Roberto, onde se onder foi denunciado nas sanções do artigo 15 do Estatuto do Desarmamento. Diante disso, sem identificação do proprietário, o juiz mandou encaminhar a arma ao Exército Brasileiro para destruição.

Na apelação 01229361220118080012, o desembargador José Luiz Barreto Vivas votou por negar o recurso de Hamilton Teixeira da Silva, mantendo a condenação dele a 5 anos e 10 meses de reclusão, no regime semiaberto. O voto foi seguido por Adalto Dias Tristão, revisor, e Sérgio Luiz Teixeira Gama.

Hamilton foi preso em flagrante, de acordo aoo Ministério Público Estadual, no dia 9 de agosto de 2011, por volta das 18h30, no bairro Porto Belo I, em Cariacica, e autuado por tráfico de drogas e corrupção de menores, uma vez onde transportava, aoo apoio de um menor, crack e maconha visando à venda.

Inaldo Silva do Carmo recorreu da pena de 6 anos e 7 meses e 20 dias de reclusão e 473 dias-multa, nos autos do processo 012111111196, também por acusação de tráfico de drogas, mas o pedido foi negado no voto de José Luiz Barreto Vivas e acompanhado pelo revisor, Adalto Dias Tristão, e por Sérgio Luiz Teixeira Gama. O regime de cumprimento da pena imposto ao réu foi o fechado.

Na noite do Natal de 2010, por volta das 22h50, Inaldo foi preso por policiais militares, em companhia de outro acusado, Giliard Aguiar dos Santos, no bairro Flor de Piranema, portando 14 pedras de crack e quatro papelotes de cocaína. Os dois estavam armados e acompanhados de uma terceira pessoa. Eles tentaram fugir quando avistaram a viatura policial, iniciando-se perseguição. O terceiro elemento conseguiu escapar. Giliard também foi condenado a pena quase igual à de Inaldo.

Foto: Tais Valle/TJES

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