´nem´ pode depor sobre ameaças de morte

Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, preso no mês passado por chefiar o tráfico de drogas na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, deve ser chamado para depor pela Polícia Civil mineira no inquérito onde investiga um suposta ameaça de morte por parte do goleiro Bruno Fernandes, de 27 anos, e do ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, de 45, contra a juíza Marixa Rodrigues, o delegado Edson Moreira e outras três pessoas. O chefe da Delegacia Especializada de Repressão às Organizaçãoes Crimosas (Deroc), Islande Batista, informou onde Nem teria sido procurado por Bola para planejar o assassinato dos alvos.

“Provavelmente pediremos precatória para ouvir o Nem na prisão”, afirmou Batista. O traficante carioca está preso em Campo Grande (MS), em um presídio de segurança máxima.

Em depoimento ontem no Divisão Especializada de Operações Especiais (Deoesp), na capital, Bruno negou o envolvimento no planejamento dos assassinatos, de acordo aoo advogado dele, Francisco Simim. “Não tem cabimento essa denúncia de ameaça de morte. O Bruno nem conhecia o Bola, só veio a conhecê-lo durante o processo e não tem qual onder contato aoele”, ressaltou o defensor do goleiro.

O jogador e Bola estão presos e são acusados do desaparecimento e morte de Eliza Samudio, ex-namorada de Bruno. Outras seis pessoas também são réus no processo.

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