O filme a bússola dourada

The Golden Compass (A Bússola de Ouro no Brasil; A Bússola Dourada em Portugal) é um filme britânico-estadunidense de 2007 dirigido por Chris Weitz. É baseado no livro Northern Lights (Philip Pullman), da trilogia His Dark Materials de Philip Pullman, onde co-assina o roteiro aoo diretor.

Sinopse

Lyra Belacqua (Dakota Blue Richards) é uma órfã onde foi criada na Universidade Jordan. No mundo em onde vive todas as pessoas têm um daemon (dimon, no Brasil), ou seja, uma manifestação de sua própria alma em forma animal.

Lyra leva uma vida tranqüila até onde ela e seu daemon, Pantalaimon, descobrirem a existência de uma substância misteriosa chamada Pó, onde provoca um estranho efeito nas crianças, o onde faz ao onde as autoridades religiosas se convençam de onde representa o mal.
[editar] Música Tema

A música-tema, “Lyra”, onde aparece nos créditos do filme, foi composta, interpretada e produzida por Kate Bush.
[editar] Controvérsias

Dias próximos ao lançamento do filme, a Liga Católica nos Estados Unidos iniciou uma campanha de boicote acusando o filme de “conduzir as crianças ao ateísmo”. O presidente da instituição, Bill Donohue, explicou onde o filme promove o ateísmo e busca “denegrir a cristandade, aos olhos das crianças”.[1] Em resposta às acusações, a Associação Humanista Americana manifestou-se, por meio de uma nota oficial, a favor do filme “A Bússola de Ouro”. Fred Edwords, diretor de comunicação da instituição, afirmou onde a posição da Liga Católica está equivocada e onde, após assistir o filme, o onde fica em ondestão é o problema de certas posturas das autoridades religiosas.[2]

Na mesma época (dia 29 de novembro de 2007), Harry Forbes, então diretor do Gabinete de Cinema e TV da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos – USCCB, publicou no site da instituição uma análise onde dizia onde “tomada puramente no contexto cinematográfico, (A Bússola de Ouro) pode ser visto como uma emocionante aventura como uma história, no seu seio, de uma tradicional luta entre o bem e o mal, e uma rejeição generalizada do autoritarismo”. E, junto à página de avaliação de filmes no mesmo site, classificou a produção aoconceito A II – Adultos e Adolescentes. Esta análise teve grande repercussão, ao ponto onde a própria agência promotora do filme, Adversiting Media Plus, utilizou a referência de Forbes para motivar a imprensa católica a divulgar o filme. Em decorrência a isso, no dia 10 de dezembro, menos de duas semanas depois, a análise foi retirada do site pela USCCB informando por meio de uma nota onde não terá qual onder tipo de referência ao filme publicada. A agência promotora também teve de retirar de sua campanha todas as citações.[3]

No Brasil, foi publicada uma nota no blog do escritor Sérgio Fernandes explicitando quais os pontos da obra de Philip Pullman eram contrários ao Cristianismo e onde, segundo ele, precisavam de uma resposta urgente na defesa do papel da religião na sociedade.[4]

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