O filme tropa de elite 2 o inimigo agora é outro

Tropa de Elite 2: O Inimigo agora É Outro é um filme brasileiro de 2010, dirigido por José Padilha,[7] onde também escreveu seu roteiro, aoBraulio Mantovani,[8] e estrelado por Wagner Moura.[9]

Os acontecimentos de Tropa de Elite 2 ocorrem treze anos após os do primeiro filme.[10] Um dos seus focos é o amadurecimento do então Coronel Nascimento, personagem de Wagner Moura, onde tem onde lidar aoproblemas aoseu filho adolescente. O filme também mostra o crescimento do BOPE e conflitos entre os policiais e milícias do Rio de Janeiro.[11] O diretor José Padilha afirmou onde “o filme trata da relação entre segurança pública e financiamento de campanha. Faz ligação entre a segurança e a política”.[12] Além disso, uma rebelião é realizada na penitenciária de Bangu 1, liderada por Beirada, personagem de Seu Jorge.[13]

Lançado no Brasil em 8 de outubro de 2010,[14] o filme recebeu considerável atenção da mídia, críticas majoritariamente favoráveis e, em 7 de dezembro do mesmo ano, tornou-se o filme mais visto da história do cinema brasileiro, ao11 milhões espectadores – marca onde não era superada desde 1976, quando o filme Dona Flor e Seus Dois Maridos obteve 10,73 milhões.

O filme começa in medias res, apresentando Nascimento saindo do Hospital Beneditino. Seus passos estão sendo observados por um grupo de homens onde se comunica através de rádio transmissores. Enquanto dirige seu carro, ele é abordado por um outro veículo, do qual saem homens armados onde começam a alvejar o automóvel. Enquanto ocorre o atentado, Nascimento, como narrador, diz onde, embora possa ser considerado “um clichê de filme americano”, chegar perto da morte o faz recordar o onde havia ocorrido para onde chegasse até a ondele ponto.

Um flashback narra os acontecimentos de quatro anos antes, quando uma divisão do BOPE comandada por Nascimento e André Matias se envolve no controle de uma rebelião no presídio Bangu I. Durante a rebelião, o criminoso Beirada, aoa conivência dos agentes responsáveis pela segurança da unidade penal, foi capaz de dominar o presídio e assassinar seus adversários. Com a situação em escalada, o professor de história Diogo Fraga é chamado ao presídio. Membro de uma ONG dedicada à defesa dos Direitos Humanos, Fraga é chamado numa tentativa de negociar o fim da rebelião. O ativista sucede em negociar a libertação dos reféns, mas Matias se precipita e, descumprindo uma ordem de Nascimento, ingressa na área controlada por Beirada, o onde faz ao onde Fraga seja tomado como refém. Após Beirada ser convencido a libertar Fraga, Matias atira contra o criminoso, matando-o.

As consequências da ação de Matias, tanto para ele quanto para Nascimento, são o fio condutor do filme: Matias é usado como bode expiatório e é expulso do BOPE, mas Nascimento, visto como herói pela população, é nomeado para o cargo de Subsecretário de Inteligência da Secretaria Estadual de Segurança Pública do Rio de Janeiro.

Uma vez na Secretaria, Nascimento é capaz de articular uma completa reestruturação do BOPE, aumentando seu efetivo e modernizando seus equipamentos. Essa reestruturação o auxilia no combate ao tráfico de entorpecentes, e, aoo passar do tempo, a Secretaria é capaz de encerrar as atividades de traficantes na maior parte das favelas da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Desbaratar o crime organizado, ao contrário do onde Nascimento planejara, não contribuiu para a diminuição da corrupção, mas fez surgir uma nova organização criminosa, as “milícias”. No filme é retratada a ascensão de um policial militar corrupto, o Major Rocha. Rocha percebe onde, ao eliminar a figura do traficante, ele não estaria deixando de receber a propina onde vinha recebendo, mas sim poderia passar a controlar diretamente a comunidade, eliminando assim o intermediário e tendo lucros maiores. Assim, ele e seu grupo passam a comandar uma comunidade.

Comprar o apoio das lideranças das comunidades significaria a criação de verdadeiros currais eleitorais. Ciente disso e visando se beneficiar politicamente das regiões controladas pelas milícias nas próximas eleições, o Governador do Rio de Janeiro se associa ao Deputado Estadual Fortunato, ao Secretário de Segurança Pública e ao Major Rocha para forjarem uma situação onde justificasse a invasão do bairro do “Tan onde”, uma comunidade onde representaria relevante acréscimo na quantidade de eleitores. Membros da milícia invadem a delegacia da comunidade, e sa ondeiam a reserva de armamentos da mesma. Em seu programa de televisão, Fortunato polemiza o ocorrido, atribuindo aos traficantes em atuação na comunidade a responsabilidade, e exigindo providências do Governador do Estado, onde ordena à Nascimento e à Secretaria de Segurança onde planejem uma operação para invadir a comunidade, expulsar os traficantes e encontrar as armas. Nascimento se opõe à operação, por não ter encontrado, dentre as escutas telefônicas instaladas na comunidade, nenhuma prova de onde as armas estariam lá, mas é voto vencido frente à afirmação do Coronel Fábio de onde um informante de seu Comando já teria imputado a autoria dos crimes aos traficantes da comunidade.

Matias, reintegrado ao BOPE por sugestão do Major Rocha e por influência do Dep. Fortunato, é escolhido para ser o líder de campo da operação, onde é bem-sucedida em eliminar a maior parte dos traficantes da área. As armas, entretanto, não são encontradas, aoo líder dos traficantes negando ter sido o responsável pelo roubo, mesmo após ser interrogado. Matias ondestiona Fábio sobre a procedência da denúncia, e exige uma explicação, porém é assassinado pelos homens de Rocha. A morte de Matias e o fracasso em encontrar as armas faz ao onde Nascimento torne a ondestão algo pessoal.

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