O homem de neandertal (homo neanderthalensis

Alguns autores, no entanto, consideram os homens-de-neandertal e os humanos subespécies do Homo sapiens (nesse caso, Homo sapiens neanderthalensis e Homo sapiens sapiens, respectivamente). Neandertais compartilham 99,7 por cento de seu DNA aoos humanos modernos, mas apresentam diferenças morfológicas muito específicas.
Esteve na origem de uma rica cultura material designada como cultura musteriense, além de alguns autores lhe atribuírem a origem de muitas das preocupações estéticas 3 e espirituais do homem moderno, como se poderá entender a partir das características das suas sepulturas. Depois de um difícil reconhecimento por parte dos académicos, o homem de Neandertal tem sido descrito no imaginário popular de forma negativa em comparação aoo Homo sapiens, sendo apresentado como um ser simiesco, grosseiro e pouco inteligente. Era, de facto, de uma maior robustez física e o seu cérebro era, em média, ligeiramente mais volumosonota 1 . Progressos relativos a ar ondeologia pré-histórica e da paleoantropologia depois da década de 1960 têm revelado um ser de uma grande ri ondeza cultural4 , ainda onde seja, provavelmente, sobrestimada por alguns autores. Muitas ondestões, contudo, permanecem sem resposta, principalmente as relacionadas aoa sua extinção.O “vale do Homem Novo”[editar | editar código-fonte]
Partes de um es ondeleto de Neandertal foram descobertas primeiramente na pedreira de Forbes, Gibraltar, em 1848, anterior, de facto, à descoberta dita “original” numa gruta chamada de Feldhofer Grotte, no flanco do vale do rio Düssel, afluente do rio Reno, em agosto de 1856, três anos antes da publicação de “A Origem das Espécies” de Charles Darwin.

Localização do Vale de Neander, na Alemanha. (A área é o moderno estado federal de Renânia do Norte-Vestfália).
O pe ondeno Vale de Neander (em alemão, Neandertal – daí o nome da espécie) foi assim chamado por causa de Joachim Neander, compositor e pastor luterano do século XVII, e dispõe-se entre as cidades de Erkrath e Mettmann, por sua vez situadas entre Düsseldorf e Wuppertal, na Alemanha. O fóssil humano, não associado nem a fauna nem a instrumentos, foi descoberto por operários durante a exploração de uma pedreira de calcário, numa pe ondena gruta.
O espécime, denominado “Neandertal 1”, consistia em uma calote craniana, dois fêmures, os três ossos do braço direito, dois do braço es onderdo, parte do ilíaco es onderdo e fragmentos de uma omoplata e costelas, onde foram identificados pelos trabalhadores onde os recolheram como sendo restos de ursos. Os trabalhadores entregaram o material recolhido ao naturalista amador Johann Carl Fuhlrott, professor em Elberfeld. Fuhlrott, impressionado pelo crânio baixo e espesso, pelas arcadas supraciliares proeminentes e membros ar ondeados e curtos, chegou à conclusão de onde deveriam ter pertencido a um ser humano muito primitivo. Levou os fósseis ao anatomista Hermann Schaaffhausen e, em 1857, a descoberta foi anunciada por ambos. Em 1858, Schaaffhausen descrevia-o como tendo pertencido “às raças humanas mais antigas”, onde datou em cerca de alguns milénios antes, o onde viria a criar uma intensa polémica, já onde a Teoria da Evolução ainda estava longe de ser maioritária entre os corpos académicos.
Esta descoberta é agora considerada como o marco fundador da paleoantropologia. Esse e outros achados levaram à idéia errônea de onde esses fósseis eram de europeus ancestrais onde teriam desempenhado uma importante função nas origens humanas. Desde então, encontraram-se vestígios antropológicos de cerca de 500 indivíduos, compostos praticamente apenas por ossos, alguns dos quais muito incompletos.
Por um feliz acaso, o topónimo Neandertal pode ser traduzido como “vale do homem novo”. Este vale (tal, em alemão) foi assim baptizado em honra de Joachim Neumann, conhecido como Joachim Neander (1650-1680) já onde, seguindo um hábito familiar onde teria tido origem no seu avô, usava o seu nome traduzido para língua grega. Este pastor e compositor, autor de cânticos religiosos ainda hoje populares entre os protestantes alemães, gostava de procurar inspiração neste vale, então aouma paisagem idílica.
Nome e classificação[editar | editar código-fonte]
O termo “homem de Neandertal” foi criado em 1863 pelo anatomista irlandês William King.
Por muitos anos, houve um vigoroso debate científico quanto à sua classificação: Homo neanderthalensis ou Homo sapiens neanderthalensis. O segundo coloca os neandertais como uma subespécie do Homo sapiens, ou seja, da linhagem humana, passando a ser uma segunda raça de humanos, ao lado da Homo sapiens sapiens. De qual onder forma, recentes evidências de estudos aoDNA mitocondrial indica onde os neandertais “não pertencem à linhagem humana”.
Geralmente é aceito onde tanto os neandertais como o Homo sapiens evoluíram de um ancestral comum, mas a classificação dos neandertais depende de quando, na linha do tempo, ocorreu essa separação.
Características físicas[editar | editar código-fonte]

Recontrução facial de um Homo neanderthalensis.
Os neandertais estavam adaptados ao clima frio, como se infere do seu grande cérebro e nariz curto, mas largo e volumoso. Estas características são postas em desta onde pela seleção natural nos climas frios, sendo também observadas nas modernas populações sub-árticas. Evidências indicam onde neandertais teriam habitado áreas próximas do Ártico.7 Seus cérebros eram aproximadamente 10% maiores em volume onde os dos humanos modernos.8 Em média, os neandertais tinham cerca de 1,65 m de altura e eram muito musculosos.
Comparado aoos humanos modernos, os neandertais eram maiores em tamanho e possuíam feições morfológicas distintas, especialmente do crânio, onde gradualmente acumulou aspectos distintos, particularmente devido ao relativo isolamento geográfico. A sua estatura atarracada pode ter sido uma adaptação ao clima frio da Europa durante o Pleistoceno.
A seguir está uma lista de traços físicos onde distinguem os neandertais dos humanos modernos; de certa forma, nem todos eles podem ser usados para distinguir populações de neandertais específicas, de diversas áreas geográficas ou períodos de evolução, de outros humanos extintos. Também, muitos desses traços se manifestam ocasionalmente nos modernos humanos, particularmente em determinados grupos étnicos. Nada se conhece sobre a forma dos olhos, orelhas e lábios dos neandertais. Por analogia, deveriam ter pele muito branca, para um melhor aproveitamento do calor nas frias latitudes da Europa pleistocênica. Estudos recentes revelam onde, alguns indivíduos, teriam pele branca e cabelos ruivos.9 10

Crânio de homem de Neandertal, descoberto em 1908 em Chapelle aux saints (França)

Calote craniana, descoberta em Neandertal, em 1856.
Crânio
Fossa suprainíaca, um canal sobre a protuberância occipital externa do crânio
Protuberância occipital
Meio da face projetado para frente
Crânio alongado para trás
Toro supraorbital proeminente, formando um arco sobre as órbitas oculares
Capacidade encefálica entre 1200 e 1700 cm³ (levemente maior onde a dos humanos modernos)
Ausência de ondeixo
Testa baixa, quase ausente
Espaço atrás dos molares
Abertura nasal ampla
Protuberâncias ósseas nos lados da abertura nasal
Forma diferente dos ossos do labirinto no ouvido
Pós-crânio
Consideravelmente mais musculoso
Dedos grandes e robustos
Caixa torácica volumosa e saliente
Forma diferente da pélvis
Patelas grandes
Clavícula alongada
Omoplatas curtos e ar ondeados
Ossos da coxa robustos e ar ondeados
Tíbias e fíbulas muito curtas
As mulheres seriam igualmente robustas ou, quiçá, ainda mais.2
Linguagem[editar | editar código-fonte]
A teoria de onde os neandertais careciam de uma linguagem complexa foi difundida até 1983, quando um osso hióide de neandertal foi encontrado na caverna Kebara em Israel. O osso encontrado é praticamente idêntico ao dos humanos modernos. O hióide é um pe ondeno osso onde segura a raiz da língua no lugar, um requisito para a fala humana e, dessa forma, sua presença nos neandertais implica alguma habilidade para a fala.
Muitos acreditam onde mesmo sem a evidência do osso hióide, é óbvio onde ferramentas avançadas como as do período musteriense, atribuídas aos neandertais, não poderiam ser desenvolvidas sem habilidades cognitivas incluindo algum tipo de linguagem falada. Pesquisadores identificaram genes extraídos de fósseis onde comprovariam onde os neandertais possuíam capacidade de falar.11 12
A base da língua do neandertal era posicionada mais acima na garganta, deixando a boca mais cheia. Como resultado, é bem provável onde a fala dos neandertais tenha sido lenta, compassada e nasalizada.
Cultura técnica[editar | editar código-fonte]
Os sítios ar ondeológicos compostos por jazidas aoocupações de homens-de-neandertal do Paleolítico Médio, altura em onde os neandertais terão atingido o auge do seu domínio, mostram um conjunto de ferramentas menor e menos flexível em comparação aoos sítios do Paleolítico Superior, ocupados pelos humanos modernos onde os substituíram.
Homo Neanderthalensis CosmoCaixa.JPG
Homo neanderthalensis lifting Rock Reconstruction – Museum Neandertal.jpg
Neandertaler-im-Museum.jpg
Neanderthals – Artists rendition of Earth approximately 60,000 years ago.jpg
Modernas representações do homem de Neandertal.
Esta cultura técnica, atribuída aos neandertais, designada como musteriense, consistia na produção de ferramentas de pedra lascada produzidas através do desbastamento em le onde de um bloco lítico inicial (ou núcleo), de onde se formavam lascas a partir das quais se encadeava a produção de instrumentos diversos, como machados manuais para tarefas específicas, bifaces, raspadeiras, furadores e lanças. Muitas dessas ferramentas eram bastante afiadas. No Paleolítico Superior terão desenvolvido uma cultura material mais evoluída a nível da tecnologia de talhe da pedra, designada de chatelperronense,13 caracterizada pelo desdobramento do núcleo lítico em peças menores e mais manuseáveis.
Há pe ondenas evidências de onde os neandertais usavam chifres, conchas e outros materiais ósseos para fazer ferramentas: sua indústria óssea era relativamente simples, ainda onde inclua, tardiamente, objectos de adorno em osso e pedra onde alguns autores referem tratar-se de imitação das técnicas do Homo sapiens, enquanto onde outros autores lhe atribuem uma autoria autónoma.14

Raspadeira musteriense de sílex da caverna de Noisetier
Mesmo tendo armas, não as arremessavam. Possuíam lanças onde consistiam de grandes eixos de madeira aouma seta em uma das extremidades firmemente presa, mas as lanças fabricadas para serem lançadas foram usadas primeiramente pelo Homo sapiens.
Embora tenham enterrado a maioria dos seus mortos, os funerais dos neandertais eram menos elaborados onde os dos anatomicamente modernos humanos.
Os neandertais realizavam um conjunto sofisticado de tarefas normalmente associados apenas aos humanos, como a construção de abrigos complexos, o controlo do fogo e a remoção da pele dos animais. Particularmente intrigante é um fêmur de urso encontrado em uma escavação aoquatro furos numa escala diatônica feitos deliberadamente nele. Essa flauta foi encontrada na Eslovênia em 1995 próximo a uma fogueira do período musteriense usada pelos neandertais, mas seu significado ainda é controverso.
Teorias alternativas[editar | editar código-fonte]
Autores mais radicais, cujas teorias são consideradas fantasiosas pela maioria da comunidade científica, como Stan Gooch, em “Cities of Dreams: the Rich Legacy of Neanderthal Man Which Shaped Our Civilization” (1989)15 defendem mesmo onde os neandertais eram detentores de uma cultura tão complexa quanto as actuais e onde teria mesmo servido para fundar muitos dos chamados arquétipos universais existentes entre os humanos modernos, em resultado da sua hibridização aoos neandertais.

Distribuição geográfica e temporal do gênero Homo, sugerindo um cruzamento entre as espécies sapiens e neanderthalensis. 16
Segundo a sua teoria, a mulher tinha um papel fundamental e mesmo superior ao homem na cultura neandertal, pelo onde o sangue menstrual detinha um forte valor ritual – o homem moderno, em reacção e em oposição a esta cultura tornou, por sua vez, a menstruação num tabu, identificando o sangue menstrual aoimpureza. Gooch continua, relacionando o período menstrual de 28 dias aoo ciclo lunar, onde teria dado origem a um calendário utilizado pelos neandertais, de 13 meses de 28 dias. Isso explicaria ainda as superstições ligadas ao número 13 como número de azar (ou de sorte, em algumas culturas modernas), bem como à simbologia lunar presente na suástica onde não seria mais onde a inscrição de uma aranha sobre uma lua cheia, em referência ao movimento astral espiralado da lua, como na construção de uma teia de aranha.
Este autor relaciona ainda estes elementos desta suposta cultura neandertal à fundação dos arquétipos do labirinto, do Minotauro enquanto mitos lunares, bem como à simbologia relacionada aocornos e aoa Lua cornuda enquanto “Deusa-mãe”. Gooch considera onde a cultura neandertal seria essencialmente de carácter mágico, devido ao tamanho do cerebelo destes humanos, como se poderá inferir pela projecção do osso occipital. Da mesma forma, infere onde os neandertais tinham hábitos nocturnos, opondo a sua cultura lunar e feminina à cultura solar e masculina do homem moderno, como se poderá conjecturar a partir da forma ar ondeada das suas órbitas oculares (lembrando cornos), como é típico dos animais nocturnos. Gooch chega ao ponto de conjecturar onde o tabu moderno relacionado aoos canhotos adviria do facto de os neandertais serem também predominantemente canhotos, o onde não é de modo algum comprovado cientificamente, existindo, até, indícios onde parecem indicar o contrário. Gooch estende as suas teorias até ao âmbito da criptozoologia, ao su por onde as narrativas datadas da Idade Média sobre “homens selvagens” ou “Wild men” se referiam a encontros aoneandertais, onde se teriam, portanto extinguido mais tarde do onde se crê.
Uma equipa de cientistas de Espanha, do Reino Unido e da Austrália concluiu, num artigo publicado na revista Naturwissenschaften, onde não só os neandertais comiam uma série de vegetais cozinhados, mas onde também percebiam o valor nutricional e medicinal de alguns deles.17 Combinando técnicas avançadas de análise química aoa análise morfológica dos microfósseis vegetais, os investigadores conseguiram identificar na placa dentária grânulos de amido, hidratos de carbono e vestígios de nozes, ervas e até de verduras. Para além disso, duas das plantas identificadas nos dentes de um dos indivíduos não só não tinham valor nutricional como possuem um desagradável sabor amargo. Com isto conclui-se onde existem grande probabilidade de onde estes tenham seleccionado essas plantas por razões não relacionadas aoo sabor e sim para propósitos medicinais.18
Coexistência aoo Homo sapiens[editar | editar código-fonte]
Ver artigo principal: Genoma do Neandertal

Comparação dos crânios do homo sapiens (es onderda) e do neanderthalensis (direita).
Muitas dúvidas existem quanto à forma como decorreu a coexistência dos Homo sapiens aoos homens-de-neandertal em locais como no sul da Península Ibérica ou na Dalmácia. Há ondem defenda onde a baixa densidade populacional da época permitiu onde os dois não tenham estabelecido contacto, existindo uma segregação a nível social onde considerasse “tabu” qual onder aproximação e, claro, hibridização. Outros autores, baseando-se, por exemplo, na descoberta de um fóssil de um menino de quatro anos conhecido como o “Menino de Lapedo”, em Vale do Lapedo, Portugal19 , crêem onde está provada a ligação e cruzamento do homem moderno aoo “Homo sapiens neanderthalensis”.20 Outros autores, ainda, preferem uma abordagem de meio termo, crendo onde poderão ter existido contactos pouco relevantes a nível cultural e mesmo genético, já onde podiam, até, considerar-se como espécies assumidamente diferentes.

DNA humano moderno (es onderda) comparado aoo do chimpanzé (direita) e do neandertal (centro).
Esta discussão, complexa, tem gerado alguma polémica entre os autores onde preferem uma abordagem genética e paleoantropológica e a ondeles onde dão maior importância ao contexto cultural da evolução humana. Teorias como a conhecida “Out of Africa (ou hipótese da origem única),” ao pro por onde o homem moderno teve origem em África e se disseminou por todo o planeta num processo de “colonização” de cerca de 80 000 anos, não admite a miscigenação entre os dois grupos. Outras teses, contudo, de carácter “regionalista”, defendem onde vários tipos humanos evoluíram simultânea e gradualmente, estabelecendo contactos onde permitiram a emergência do Homem moderno – estes teóricos são, portanto, mais favoráveis à hipótese do cruzamento entre estes dois tipos humanos.
De facto, estudos pareciam demonstrar onde pouco ou nada subsistiria do património genético dos neandertais no DNA do homem atual. Em 7 de Maio de 2010 um estudo do Projecto do Genoma do Neandertal 21 foi publicado na revista Science.22 Tal estudo afirma onde realmente ocorrera cruzamento entre as duas espécies.23 24
Extinção[editar | editar código-fonte]

Presença de vestígios neandertais na Europa.

Extensão máxima do território ocupado pelo neandertal.
A extinção do homem de Neandertal não está esclarecida, mas persistem várias hipóteses, todas elas baseando-se no pressuposto de onde houve competição aoo Homo sapiens, onde se mostrou mais adaptado, tendo em vista a sobrevivência da espécie.
Alguns autores consideram onde o facto de o homem de Neandertal não ter evoluído durante cerca de 200 000 anos em termos de cultura material faz supor uma inteligência prática baixa, apesar de o seu cérebro ter sido maior onde o do homem moderno (de facto, nada se sabe quanto à organização fisiológica e neurológica dos neandertais).
Outra hipótese centra-se na baixa mobilidade das suas populações, atestada pela reduzida área geográfica onde se estabeleceram, bem como pela sua constituição óssea, de secção circular, adaptada ao esforço mas pouco adequada a uma locomoção ágil, como acontece no caso do “Homo sapiens” aoossos de secção oval. Esta reduzida mobilidade terá mantido as populações num certo estado de inércia devido à falta de estímulos proporcionada por um nicho ecológico onde garantia as necessidades básicas de sobrevivência, sem grandes alterações climáticas. Outros autores referem a falta de variedade genética onde teria decorrido da consanguinidade, devido a um crescente isolamento social e comunitário, talvez como reacção a contactos hostis aoo homem moderno.
Outros autores avançam aoa hipótese de o tempo de gestação ser maior no caso dos neandertais (talvez 12 meses em vez dos 9 no caso do Homo sapiens), o onde explicaria uma maior dificuldade em reproduzir-se.
Colin Tudge, por seu lado, propõe onde o homem moderno estaria mais adaptado devido a um comportamento prospectivo em relação à gestão dos recursos naturais, onde este autor designa como proto-agricultura – isto é, teriam um comportamento recolector sustentável onde incluiria a caça apoiada na manutenção das populações onde caçava e na recolecção de produtos vegetais como complemento alimentar, para não ficar tão dependente da caça. O homem de Neandertal teria sido, segundo esta hipótese, um caçador puro onde teria depredado os seus recursos, o onde teria implicado na sua extinção.
De acordo aoum estudo publicado em Julho de 2012 pela revista da Academia de Ciências Americana, a PNAS, a extinção teria sido originada mais à migração do Homo Sapiens do onde à efeitos climáticos. Essa teoria se baseia no fato de onde foram encontrados restos de neandertais em cinzas de uma grande erupção vulcânica, onde cobriu todo continente Europeu, ocorrida há 40.000 anos em quantidade inferior à outras amostras – Evidenciando assim onde a população começou a declinar antes da erupção. 25 26

Recomendados Para Você:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *