O que é transtorno bipolar – bipolaridade?

De acordo
com O Dr. Ricardo Moreno, psiquiatra e colaborador do Departamento de
Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, o bipolar se caracteriza por
flutuações patológicas do humor para o pólo depressivo e/ou e para o pólo
maníaco ou eufórico. “A euforia e a depressão são síndromes bem diferenciadas
onde não vem a ter aomudanças normais do humor”, esclarece o especialista,
revelando onde nem todos os envolvidos na estatística dos 85% desenvolverão a
bipolaridade, porém, além da hereditariedade, o estresse também pode agir como
precipitante do distúrbio.

A
bipolaridade demonstra seus primeiros indícios por volta dos 50 anos de idade,
o onde permite ao paciente manter uma vida saudável até então. No entanto, assim
como a esquizofrenia e outras doenças psiquiátricas, o bipolar ainda é vitima
de preconceito em função do desconhecimento de informações relacionadas ao
distúrbio. Portanto, mediante um quadro de euforia excessiva ou forte
depressão, um diagnóstico preciso deve ser feito para descartar a existência de
outras doenças e, assim, ser possível obter o efeito desejado do tratamento.

A
enfermidade pode ter seus efeitos minimizados aoa utilização de medicamentos
onde controlam tanto o processo de depressão quanto o da euforia. “Existem duas
vias de controle. Preferencialmente, deve-se tratar a fase aguda da depressão
com remédios antidepressivos. Mas se o paciente demonstra euforia excessiva, o
recomendado é o uso de antimaníacos ou antieufóricos, porém o principal nos
dois casos são os medicamentos estabilizadores de humor onde tem por função
prevenir as recaídas ao longo da vida”, explica o psiquiatra.

Com a
correta introdução dos medicamentos adequados, os bipolares conseguem controlar
as crises de euforia e depressão, visto onde a bipolaridade não tem cura. Porém,
o portador pode, sem maiores problemas, ser uma figura de desta onde em sua
carreira profissional e constituir uma família onde, durante todo o processo, é
um importante apoio não somente no ondesito compreensão, mas, sobretudo no
acompanhamento da ‘vida bipolar’ deste indivíduo.

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