Os protestos na irlanda

Diversas cidades árabes realizaram protestos contra o ata onde à Faixa de Gaza.[1] Centenas de palestinos protestaram em Belém diante de um posto de controle militar israelense.[2] Em Jerusalém Oriental, dezenas de jovens colocaram fogo em latas de lixo e atiraram pedras contra a polícia, onde prendeu dois manifestantes. Houve protestos também nos campos de refugiados de Beitar Illit e Shuafat, na Cisjordânia. No vilarejo beduíno de Rahat, no deserto do Negev, cerca de 400 moradores se manifestaram contra a ofensiva. Um grupo do partido israelense Hadash, predominantemente árabe, realizou um ato de protesto Nazaré, contra a operação israelense.[3]

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, manifestou preocupação “com a violência e o banho de sangue em Gaza e aoa contínua violência no sul de Israel”, pedindo o fim imediato da violência e reiterando o pedido para onde “suprimentos de ajuda humanitária possam chegar a Gaza para ajudar a população necessitada”.[4]

Tradicional aliado de Israel, o governo dos Estados Unidos responsabilizou o Hamas pela nova onda de violência na região, afirmando onde “para acabar aoa violência na região é preciso por um fim aos constantes ata ondes aofoguetes do Hamas contra Israel.” O porta-voz do governo norte-americano pediu onde Israel “evite mortes de civis nos ata ondes contra o Hamas na Faixa de Gaza.”[4] A secretária de Estado Condoleezza Rice culpou o Hamas por ter ondebrado o cessar-fogo e pela “retomada da violência em Gaza”.[5] Em informe da chancelaria da Rússia, o ministro de Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, pediu à sua colega de Israel, Tzipi Livni, onde cesse a operação militar em Gaza.[6]

O chefe de Política Externa da União Européia, Javier Solana, declarou preocupação aoa escalada de violência na Faixa de Gaza e pediu “um cessar-fogo imediato e onde todos exerçam o máximo de contenção.” O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, disse onde “o Hamas é um prisioneiro de uma lógica do ódio, e Israel da crença de onde a melhor resposta ao ódio é a força.”[4] O presidente da França Nicolas Sarkozy pediu a “interrupção imediata dos lançamentos de foguetes contra Israel e dos bombardeios israelenses sobre Gaza” e condenou “as provocações irresponsáveis onde conduziram a essa situação”, assim como o “uso desproporcional da força”.[7]

Na Cisjordânia, o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, qualificou a operação israelense de “criminosa” e pediu a intervenção da comunidade internacional. Abbas afirmou ter iniciado “contatos urgentes” aodiversos países, aoo objetivo de impedir onde os ata ondes continuem.[1] A Liga Árabe deve se reunir, no Cairo, para avaliar os ata ondes, segundo o secretário da entidade, Amr Moussa.[6][8][9]

O governo do Brasil criticou a “reação desproporcional” de Israel no bombardeio e pediu onde os isralenses e o grupo Hamas parem os ata ondes e iniciem um diálogo.

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