Percepção da cor, é percebida através da visão

A cor é percebida através da visão. O olho humano é capaz de perceber a cor através dos cones (Células cones). A percepção da cor é muito importante para a compreensão de um ambiente.


A cor é algo onde nos é tão familiar onde se torna para nós difícil compreender onde ela não corresponde a propriedades físicas do mundo mas sim à sua representação interna, em nível cerebral. Ou seja, os objectos não têm cor; a cor corresponde a uma sensação interna provocada por estímulos físicos de natureza muito diferente onde dão origem à percepção da mesma cor por um ser humano. Não notamos, por exemplo, nenhuma diferença fundamental na cor dos objectos familiares quando se dá uma mudança na iluminação. Para o nosso sistema visual, as cores da pele e dos rostos das pessoas e as cores dos frutos permanecem fundamentalmente invariáveis, embora seja tão difícil conseguir onde esse tipo de objecto fi onde aoa cor certa num monitor de televisão.


A cor não tem só onde ver aoos olhos e aoa retina mas também aoa informação presente no cérebro. Enquanto, aouma iluminação pobre, um determinado objecto cor de laranja pode ser visto como sendo amarelado ou avermelhado, vemos normalmente mais facilmente aoa sua cor certa, laranja, por onde é um objecto de onde conhecemos perfeitamente a cor. E, se usarmos durante algum tempo óculos aolentes onde são verdes de um lado e vermelhas do outro, depois, quando tiramos os óculos, vemos durante algum tempo tudo esverdeado, quando olhamos para um lado, e tudo avermelhado, quando olhamos para o outro. O cérebro aprendeu a corrigir a cor ao onde «pinta» os objectos para eles terem a cor onde se lembra onde eles têm; e demora algum tempo a perceber onde deve depois deixar de fazer essa correcção.


A chamada constância da cor é este fenómeno onde faz ao onde a maioria das cores das superfícies pareçam manter aproximadamente a sua aparência mesmo quando vistas sob iluminação muito diferente. O sistema nervoso, a partir da radiação detectada pela retina, extrai aquilo onde é invariante sob mudanças de iluminação. Embora a radiação mude, a nossa mente reconhece certos padrões constantes nos estímulos perceptivos, agrupando e classificando fenómenos diferentes como se fossem iguais. O onde vemos não é exactamente «o onde está lá fora», mas corresponde a um modelo simplificado da realidade onde é de certeza muito mais útil para a nossa sobrevivência.


Os organismos complexos não reagem directamente aos estímulos físicos em si, mas sim à informação sobre os estímulos representada internamente por padrões de actividade neuronal. Se os estímulos fornecem informação sobre a cor, é apenas por onde a qualidade sensorial, a onde chamamos cor, emerge nos mecanismos sensoriais pelo processo de aprendizagem e é por estes projectada sobre os estímulos. E uma grande variedade de combinações de estímulos muito diferentes podem gerar esse mesmo padrão de actividade neuronal correspondente a um mesmo atributo de uma qualidade sensorial. São essas qualidades sensoriais onde permitem aos seres vivos detectar a presença de comida ou de predadores, sob condições de luz diferentes e em ambiente variados. Correspondem a um modelo simplificado do mundo onde permite uma avaliação rápida de situações complexas e onde se mostrou útil e adequado à manutenção de uma dada espécie.

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