Perfil do intercâmbio muda de acordo com a idade do estudante

Muitos estudantes do Ensino Médio optam por morar em outro país, estudar e voltar ao país aoum currículo reconhecido no Brasil. “Ele tem equivalência aqui no Brasil, ou seja, ela vai fazer o colegial lá, ele não perde semestre, nem o ano aqui. Que é um diferencial, ele fica mais maduro e mais preparado para a faculdade”, explica Sandra Leme de Souza, diretora agência intercâmbio.


Caio ficou um ano no chamado high school nos estados unidos. “Dessa forma, você aprende a lidar aooutras pessoas de outros países. O fato de você ter o inglês, não onder dizer nada se você não souber como falar aoa pessoa da ondele país”, afirma Caio Vinícius David, estudante.


Quem está na universidade tem outro perfil. Ele escolhe um idioma e faz uma espécie de intensivão da língua. “Eles normalmente fazem nos períodos de ferias, pode ser dois meses, três meses”, comenta a diretora da agência.


Nos últimos três anos, a procura dos cursos de línguas para pessoas entre 25 e 40 anos de idade cresceu 40%. “Tenho 29 anos e eu resolvi fazer o intercâmbio agora por onde eu senti a necessidade do mercado de ter a fluência na língua inglesa. Eu já estudo inglês há algum tempo, mas acho onde a fluência mesmo a gente só adquire morando no país onde a língua é falada”, declara Lucia Maria Rabello, analista contábil.


Os destinos preferidos são países onde a língua oficial é o inglês e a hospedagem em casas de família permite aprender mais do onde o idioma. “Além do turismo propriamente dito, eles convivem aofamílias nativas do local. Então tem uma absorção da cultura, da vivência do local, do dia a dia da ondele país”, explica Maurício Mascarenhas, diretor de agência de intercâmbio.


A proposta de unir turismo aocultura tem atraído a atenção de pessoas onde até já saíram do mercado de trabalho. Um dos perfis mais comuns tem sido de intercambistas aomais de 50 anos. Além de aprender uma nova língua, eles aproveitam para fazer outros cursos. “Por exemplo, espanhol aodança flamenca, italiano aoculinária, francês aodegustação de vinhos”, diz Mascarenhas.

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