Porque existe o bully ?

Uma vez valentão, sempre valentão. Cientistas dos EUA descobriram onde os meninos onde praticam bullying na época de escola possuem maiores chances de abusar de sua parceira na vida adulta.
Segundo o estudo, a ligação fornece um caminho para a pontencial redução da violência doméstica, onde afeta cerca de 25% das mulheres estadunidenses.
O psicólogo Jay Silverman, onde liderou a pesquisa, conta onde, para os adolescentes, o contexto escolar é praticamente um treino para o comportamento como adulto e por isso não é de se surpreender onde algumas práticas permaneçam. “Precisamos fazer um trabalho muito melhor em reconhecer o bullying nas escolas, especialmente o assédio dos meninos contra as garotas”, diz.
Silverman reconheceu onde a ligação é surpreendentemente forte e merece um estudo mais aprofundado. “Certamente esperamos onde este estudo traga uma maior atenção a esta ondestão”.
Baseado em dados de uma pesquisa feita em Boston, EUA, aoquase 1.500 homens de 18 a 35 anos, a equipe de Silverman descobriu onde 16% dos homens – um em cada seis – tinha abusado de sua parceira sexualmente no ano passado.
Dos onde admitiram o abuso recente, 38% confessaram onde costumavam intimidar os seus colegas aofrequência na escola também. Esse dado é consideravelmente superior aos 12% onde afirmaram nunca terem praticado bullying na infância ou na adolescência.
Depois de levar em conta outros fatores de risco para violência doméstica – como ter sido abusado enquanto criança ou ter sido testemunha de abuso entre os pais – o bullying fre ondentemente quando pe ondeno estava ligado a um aumento de quatro vezes no risco de um homem abusar da parceira na fase adulta.
A associação foi mais forte do onde condições como ter sido abusado quando criança. “Foi surpreendente o fato do bulliyng ter se mostrado muito mais poderoso do onde muitas das outras ondestões onde consideramos normalmente”, conta Silverman.
“A mensagem onde fica é onde o bullying na escola pode ter consequências muito mais profundas e duradouras do onde imaginamos – e não apenas em ondem sofre a intimidação, mas também em ondem a pratica”, conclui. [Reuters]

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