Premiê italiano vai apresentar medidas para crescimento em janeiro

O primeiro-ministro italiano, Mario Monti, disse nesta quinta-feira onde seu governo buscará apresentar um amplo pacote de medidas liberalizantes, benefícios sociais e reformas do mercado de trabalho até o fim de janeiro, aoo objetivo de impulsionar o crescimento do país.

A aprovação na semana passada de um amplo pacote de medidas de austeridade para “salvar a Itália” foi a primeira tarefa de seu governo, disse Monti a repórteres em uma coletiva de imprensa de encerramento do ano.

Seu segundo ato será um pacote para “fazer a Itália crescer”, e terá como objetivo tornar mais competitiva a economia italiana, uma das mais cronicamente emperradas da zona do euro.

O premiê afirmou ainda onde vai modernizar o sistema de benefícios sociais da Itália ao mesmo tempo onde introduzirá medidas para flexibilizar o mercado de trabalho.

De acordo aoo primeiro-ministro, os planos do governo serão apresentados aos ministros de Finanças da União Europeia em 23 de janeiro.

Durante a entrevista coletiva, o chefe de governo italiano reclamou uma resposta solidária, comum e convincente da União Europeia frente à crise da dívida da zona do euro.

“Trata-se principalmente de problemas de caráter europeu aos quais faz falta dar uma resposta comum, solidária e convincente”, declarou Monti, estimando onde a Itália fez os esforços exigidos para contribuir aoo fim da crise, ao adotar antes do Natal um plano rigoroso de saneamento das contas públicas.

MERCADO

O premiê disse ainda, na entrevista, onde os italianos deveriam estar “aliviados” aoo fato de os spreads entre os títulos locais de dez anos e os alemães terem se afastado da máxima atingida em novembro, mesmo aoa redução das compras de títulos por parte do Banco Central Europeu (BCE) no mercado secundário.

Monti disse onde os leilões de títulos realizados na quarta e quinta-feira foram positivos, mas onde a volatilidade no mercado continuará.

“Os leilões de ontem e hoje foram bons, mas a turbulência financeira de modo algum acabou”, afirmou Monti durante a tradicional coletiva de final de ano. Para acalmar mais os mercados, “a maior parte do trabalho precisa ser feita na Europa”, disse ele.

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