Quais os tipos de doenças respiratórias?

Doenças Respiratórias

Existem dois tipos de doenças respiratórias. As de origem infecciosa, como resfriados e pneumonias e as de origem alérgicas, como a asma e a rinite.


Entre outras.


As doenças respiratórias mais conhecidas são:

ASMA: que é uma doença inflamatória crônica e afeta indivíduos de todas as idades. Mais especificamente a asma é uma inflamação dos brônquios que sofrem um estreitamento por inchaço das paredes, provocada pela inflamação, pela contração dos músculos que estão ao redor dos brônquios e pelo aumento de produção de escarro.


BRONQUITE (ou asma)


É uma doença pulmonar caracterizada pela inflamação dos brônquios. Existem outros tipos de bronquite, como a bronquite crônica do fumante inveterado, a bronquite catarral aguda (inflamação aguda, mas reversível, dos brônquios) e a bronquiolite. Esta última, comum na infância.


PNEUMONIA


É conhecida como uma doença que vem do frio, pois no inverno há um aumento de sua incidência, principalmente em idosos, crianças, e fumantes.


Trata-se de uma infecção aguda que pode atingir parcial ou inteiramente os pulmões e caso não seja bem tratada pode levar ao óbito.


RINITE


É uma inflamação das mucosas do nariz, geralmente crônica, e quase sempre é causada por alergias. Ela ajuda a aumentar as ocorrências de sinusites e otites, contribuindo em determinados casos para o crescimento desarmônico crânio facial. Estudos constataram que a rinite alérgica atinge cerca de 20 % à 30% da população e sua maior ocorrência é nos dias frios e nas mudanças bruscas de temperatura.


SINUSITE


É uma inflamação da parte interna dos seios da face, e pode ser decorrente de vários episódios de gripes e resfriados, podendo em determinados casos provocar a pneumonia.


RESFRIADO


Trata-se de uma infecção leve das vias aéreas superiores (nariz e garganta), que normalmente se cura sozinha sem a necessidade de se recorrer à medicamentos.


GRIPE


Esta por sua vez é uma doença contagiosa que ataca as vias respiratórias (nariz, garganta e pulmões) e é causada por um vírus chamado Influenza.


Atualmente o governo tem investido na vacina, principalmente de idosos, contra o vírus influenza, a qual deve ser repetida todos os anos, devido a capacidade que o vírus possui de alterar sua estrutura periodicamente.


Embora não tenha encontrado dados estatísticos (números) à respeito, sabe-se que esta vacina tem reduzido o número de casos de gripes, e suas complicações nos idosos (público alvo). Caso não ocorra complicações, ela tende a passar sozinha como o resfriado.


Fatores que influenciam a ocorrência dessas doenças


Mudanças no Clima


Estudos constataram que as mudanças bruscas climáticas e as baixas temperaturas interferem nas incidências de tais doenças, devido o fato de que o organismo direciona suas energias para manter a temperatura do corpo equilibrada, o que possivelmente enfraquece as defesas orgânicas.


Outro fator é que com a chegada do frio as pessoas restringem-se à ambientes fechados o que favorece a propagação dos vírus, tais como o influenza.


Poluição do Ar


Estudos revelam que a quantidade de resíduos lançados pelo tráfego excessivo de veículos e pela atividade industrial, principalmente nos centros urbanos, tem afetado a qualidade do ar, prejudicando as condições de saúde da população. ” O monóxido de carbono (CO) emitido pelos automóveis é o principal poluente nas grandes cidades e se inalados diariamente e com freqüência, os gases poluentes afetam diretamente o sistema respiratório, causando doenças como rinite, bronquite, pneumonia e asma.


Quando inalado em níveis muito altos, o CO provoca náuseas e dor de cabeça, além de agravar problemas cardíacos. No período do inverno, quando acontecem os picos de contaminação do ar, o risco de morte por doenças respiratórias pode aumentar até 12%. Nessa época, a procura por atendimento em prontos socorros infantis cresce 25%.


O excesso de óxido de enxofre na atmosfera provoca tosse e bronquite crônica nas crianças e falta de ar e enfisema pulmonar nos idosos. O óxido de nitrogênio e os hidrocarbonetos ocasionam irritação de olhos, nariz e pele.


As partículas inaláveis, presentes na fuligem lançada por veículos e chaminés industriais, além de irritar os olhos, causam doenças respiratórias crônicas e queda da resistência às infecções. O município de Cubatão (SP) é o que possui a maior concentração de material particulado no Brasil, com 90 microgramas por m³. De acordo com o Bird, o índice aceitável é de 50. Para tentar controlar a poluição do ar nas cidades, o Conama criou, em 1986, o Programa de Controle da Poluição do Ar para Veículos Automotores (Proconve), que estabeleceu limites para a emissão de poluentes.


Segundo técnicos do Ministério do Meio Ambiente, os veículos emitiam até 50 g de CO por km rodado, índice de poluição considerado alto.


O programa previu etapas e prazos para a indústria automobilística equipar os carros novos com filtros e catalisadores que reduzissem esse valor para 1 ou 2g por km rodado. Hoje é preciso 28 veículos novos para lançar na atmosfera uma quantidade de CO equivalente à emitida por um carro fabricado em 1980. A modificação contribuiu para reduzir em 21,4% a taxa de emissão de CO, a partir de 1997, nas grandes cidades.


Os picos de poluição do ar passaram a ser registrados basicamente no inverno, entre os meses de maio e setembro, época em que as condições atmosféricas favorecem a concentração de poluentes.”


Fonte: mathematikos.psico.ufrgs.br

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