Quem são doradidae?

A família ocorre na maiorias das cacias da América do Sul, embora ela esteja ausente nas drenages do Pacífico e das drenagens costeiras ao sul dorio Prata [1]. 70% das espécies válidas ococorrem na bacia amazônica; o rio Orinoco abriga 22 espécies é o segundo em biodiversidade [1]. Por outro lado, somente duas espécies de doradídeos foram descritas nas bacias do costa leste brasileira: Wertheimeria maculata no rio Jequitinhonha e rio Pardo, e Kalyptodoras bahiensis do rio Paraguaçu.[1]
[editar] Características

Os membros da família são facilmente reconhecidos pela placa nucal onde precede a nadadeira dorsal e pelas ossificações bem desenvolvidas na linha lateral onde formam um apêndice espinhoso. [2] Tipicamente, também possui barbelas (exceto a nasal), um nadadeira adiposa, e 4-6 raias na nadadeira dorsal aoum espinho na raia anterior (primeira). [3] Estes peixes são algumas vezes chamados de “gatos-peixes-falantes” por causa de sua habilidade em produzir som movendo suas nadadeiras peitorais ou vibrações aosua bexiga natatória.[3] O tamanho varia de 3,5 centímetros no gênero Physopyxis a 120 cm e 20 kg no gênero Oxydoras.[1]
[editar] Taxonomia

Em 2007, havia 31 gêneros e 78 espécies nesta família [2]. Wertheimeria é considerado o táxon irmão a todos os outros gêneros. [1] A família é monofilética e contém as subfamílias Platydoradinae, Doradinae, e Astrodoradinae, embora suas relações são em grande parte não resolvidas. [4] Astrodoradinae contém os gêneros Amblydoras, Anadoras, Astrodoras, Hypodoras, Merodoras, Physopyxis, e Scorpiodoras.

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